Por aqui e por ali ...

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Presente, num espaço magnífico e num tempo de esperança no futuro!
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

A NOVA MENINA

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UMA NOVA MENINA CÁ EM CASA...


Desde o dia 09 de dezembro de 2016 que tenho uma nova menina cá em casa, para cuidar, admirar e fazer muitas festinhas ... ;-)




















Guitarra portuguesa. modelo de Coimbra, construída pelo meu querido amigo Manuel Ribeiro durante os anos de 2015 e 2016 na sua casa no Escoural - Cantanhede.

O construtor no momento da entrega




















Pormenores da construção em: 
https://www.facebook.com/manuel.ribeiro.100/media_set?set=a.10207569191368888.1263252027&type=3






























Para quem gosta destas coisas:
  • tampo em espruce
  • fundo/ilhargas em pau santo
  • braço em cedro das honduras
  • escala em ébano
  • leque FANAN
  • cavalete em osso de vaca

Não posso deixar de fazer referência à minha outra menina, que está cá em casa à alguns anos...
Tenho agora duas meninas, a juntar às outras duas, para amar.

Guitarra da direita construída por Fernando Meireles, 1989













Agora, só para que fiquem com água na boca.... deixo-vos com uma pequena pérola.
O Mestre e amigo Paulo Soares, a quem não posso deixar de agradecer mais uma vez pela sua eterna paciência para me aturar ...



Nota: A fraca qualidade da gravação, que não da execução, apenas a mim se fica a dever. Desde já o meu pedido de desculpas ao executante e ao construtor.

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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Serenata Monumental - Coimbra

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Sábado | Meia Noite | Sé Velha | Coimbra!!!






















A não faltar, evidentemente ....


Links:
https://www.facebook.com/SerentaMonumentalDosAntigosEstudantesDeCoimbra?ref=hl
http://www.fadoaocentro.com/pt

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sexta-feira, 17 de abril de 2015

UM AMIGO, MESTRE!!!

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Paulo Jorge de Figueiredo Marques Soares
(JóJó, para os amigos)

(Disclaimer/Conflito de interesses: O extraordinário ser humano de que vos vou falar a seguir faz o favor de ser meu amigo e portanto tenho o dever de tentar ser o mais imparcial possível. 
Nada fácil, tratando-se de quem é!!).



Tendo nascido em Coimbra 12 dias depois de mim, acabei apenas por o conhecer enquanto colega do curso de engenharia eletrotécnica da universidade de coimbra, no já longínquo ano de 1987 (sendo eu caloiro e ele já mais adiantado na hierarquia da praxe).

Queima das Fitas - 1991















Curso que aliás deixou a meio para se dedicar à música, em geral, e à guitarra de Coimbra (Guitarra Portuguesa), em particular. 

Caricatura por José Maria Oliveira
Fez parte, entre outros, da Tuna Académica da Universidade de Coimbra, da Seção de Fado da UC (e dos respetivos grupos de Fado e Estudantina), do Orfeon Académico de Coimbra, do Coro Misto da Universidade de Coimbra.

Fundou e liderou o grupo Praxis Nova, tendo tocado em inúmeros espetáculos e Serenatas de Queima das Fitas e outras festas académicas (em Coimbra e em outras Academias, em especial no Porto).

Já participou em diversos programas televisivos como solista e como acompanhador, em repertório de Coimbra, Lisboa e composições instrumentais de outrem e de sua autoria e tem andado a dar a volta ao mundo, atuando em países como Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Holanda, Áustria, Finlândia, Marrocos, Hungria, África do Sul, Suíça, Brasil, Estados Unidos da América, etc. Tocou na Assembleia da República Portuguesa na cerimónia comemorativa dos 700 anos da Universidade de Coimbra.

Foi o primeiro professor na história de Portugal a ensinar Guitarra Portuguesa nos Conservatórios Oficiais, abrindo os cursos de Guitarra Portuguesa do Conservatório de Música de Coimbra (1997) e do Conservatório de Música do Porto (2002).

T
Tem tocado com diversos artistas tais como Mariza, Dulce Pontes, Pedro Caldeira Cabral, Artur Caldeira, Juan Carlos Romero (Espanha), Susana Seivane (Galiza), Arrigo Cappelletti (Itália), Jeanni Coscia (Itália), Elios e Boulou Ferré (França), Maria Betânia (Brasil), Pedro Ferreira (USA), etc.

Já participou em diversos Festivais, dos quais se destacam o Festival de Guitarra Portuguesa da EXPO 98, o prestigiado Festival de Guitarra de Santo Tirso, o Festival de Jazz de Montreux (Suiça), Festival L’Eté des Orangers (Marrocos), o Festival da Guitarra de Coimbra, integrado na Coimbra Capital Nacional da Cultura 2003, o de Saltarua (Itália), o Festival de Guitarra de Sernancelhe, os Encontros de Guitarra de Oliveira da Bairro, etc.

Refira-se ainda a propósito do I Festival da Guitarra de Coimbra (2003) atrás referido, que foi não só o seu criador e diretor artístico, como interpretou de forma magistral, conforme críticas unânimes da época, um conjunto alargado de peças do Mestre Octávio Sérgio. Foi um momento único na nossa cultura, especialmente em Coimbra.

Elaborou e editou também dois livros para guitarra portuguesa.

O Método de Guitarra Portuguesa Vol. 1 (1997) – Bases para a Guitarra de Coimbra, que é “apenas” o primeiro livro sobre guitarra de Coimbra alguma vez escrito e que foi aprovado oficialmente pelo Ministério da Educação. Inclui algumas peças (com tablatura) de Carlos Paredes.

Como o próprio autor refere, este livro ocupa-se das bases da Guitarra de Coimbra, entendida como um conjunto especial de técnicas de utilização do instrumento.

É um documento fundamental na consolidação teórico/prática de todos aqueles que o pretendem manusear de forma consolidada e sustentável, sendo mesmo aconselhável a meros curiosos.

Por outro lado, a forma sistematizada e lógica como o incremento gradual do nível de exigência/profundidade de transmissão dos conhecimentos é apresentado, permite também que o aluno possa ajustar às suas necessidades ou disponibilidade de tempo, a respetiva aprendizagem. ISBN – 972-97496-0-4.

O Método de Guitarra Portuguesa Vol. 2 (2007) – O Domínio dos Acordes, onde é apresentado um conjunto completíssimo, incluindo a devida fundamentação teórica, com escalas completam e mapas exaustivos dos acordes da guitarra de coimbra.

Leitura imprescindível para quem pretende (não só, mas também) acompanhar as canções de coimbra e outras trovas.

Todos os diagramas são a cores, em grafismo claro e autoexplicativo, próprio de um profundo conhecedor das técnicas de formação e aprendizagem.

Se desejam aprender a tocar o instrumento de forma sólida e correta, em que os avanços na aprendizagem são verificáveis, usem e abusem deste método de guitarra portuguesa.

Mesmo para os preguiçosos e com pouco “ouvido” como eu. ISBN – 978-972-97496-1-2.

Ambos os livros podem ser adquiridos/encontrados junto do autor (paulosoaresjojo@gmail.com), nos locais habituais (bibliotecas, livrarias, etc), ou na internet.

Editou também, em 2009, um CD/Livro multilingue onde é relatado o fenómeno da Guitarra Portuguesa e da sua ligação cultural à Universidade de Coimbra como um dos motores da preservação e desenvolvimento do instrumento. Obra importante, pois este fenómeno não se encontrava documentado.

O Livro inclui um CD áudio, com várias e diversificadas composições, abarcando vários compositores, ao longo de cerca de 100 anos de arte.

É uma antologia de peças da Guitarra de Coimbra, verdadeira historiografia de temas emblemáticos, acrescida de alguns interessantíssimos originais do genial guitarrista.

Convido todos vós a escutar as soberbas interpretações constantes do CD, especialmente as de sua autoria, plenas de capacidade técnica e abundantes de expressões e emoções tão características da nossa música e, mormente, deste património musical. Algumas delas são composições ainda do tempo de estudante universitário, geniais e frescas como só a juventude nos sabe providenciar.

Além de tudo o resto, tem desenvolvido ao longo dos anos uma ação de pedagogo e mestre da nossa Guitarra de Coimbra, quer enquanto professor de guitarra, quer enquanto dinamizador de toda a temática a ela ligada, contando inclusive já com ex-alunos seus como professores e executantes, nos mais variados grupos e géneros musicais espalhados pelo pais e no estrangeiro. 
Este vasto curriculum como músico e como pedagogo da nossa Guitarra de Coimbra, transforma-o num artista que todos nos habituámos a respeitar como um dos melhores e mais vibrantes guitarristas da atualidade, um grande Mestre na nobre arte da guitarra portuguesa. 

A escola de Paulo Soares está por todo o lado e certo é que, por onde passa, não deixa ninguém indiferente e a sua obra é (e será, também para as gerações vindouras) de inegável valor.

Se a Guitarra de Coimbra é de todos nós, o JóJó passou a sê-lo também!


Esta é pois uma pequeníssima referência, para o tamanho enorme de quem é Paulo Soares – aqui e além-fronteiras. Mais do que uma pequena e singela homenagem, este texto é um muito obrigado pelo magnífico trabalho que tem vindo a desenvolver e as amizades que vai cultivando.















Eu por mim vou tentando chateá-lo o máximo que posso, pois cada interação é sempre uma experiência maravilhosa.
Obrigado JóJó.


Fernando Paulo D. Ferreira
Coimbra, abril de 2015


Algumas das fontes consultadas:
www.paulosoares.com
http://guitarradecoimbra.blogspot.pt
http://blog.cantosevariacoes.pt/2010/06/paulo-soares-jojo.html
http://amusicaportuguesa.blogspot.pt/2011/03/paulo-soares.html
https://www.youtube.com/watch?v=8cYXtB_5xOk
https://www.youtube.com/watch?v=Bp3RjW2k-_4
https://www.youtube.com/watch?v=uJndNSp9g3A
https://www.youtube.com/watch?v=EZzi7c9GucQ
https://www.youtube.com/watch?v=wocZYggmplQ
https://www.youtube.com/watch?v=6gYwkNny5kE
https://www.youtube.com/watch?v=wjJizEEsh4k
https://www.youtube.com/watch?v=jjIcfFvHI8A
http://www.portaldofado.net/content/view/2141/329/
http://lazer.publico.pt/festivais/76201_i-festival-da-guitarra-de-coimbra#
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sexta-feira, 21 de junho de 2013

SERENATA EM COIMBRA

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SERENATA MONUMENTAL DOS ANTIGOS ESTUDANTES DE COIMBRA - SÉ VELHA.

É já no próximo dia 06.JULHO.2013, às 24h que se realiza a Serenata mais esperada do ano, a "SERENATA MONUMENTAL DOS ANTIGOS ESTUDANTES DE COIMBRA" na Sé Velha, um evento criado pelo Fado ao Centro®.


Depois do sucesso da primeira edição em 2012, foram muitos os músicos que confirmaram desde cedo a sua presença nesta edição de 2013. OBRIGADO!
























Fonte:  https://www.facebook.com/pages/Fado-ao-Centro/146236168743730?hc_location=stream

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domingo, 7 de abril de 2013

MUSICA POPULAR

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MENINA ESTÁS À JANELA.

Uma introdução à musica popular, com arranjo de António Portugal.














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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Encontros Internacionais da Guitarra Portuguesa

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Orquestra Clássica do Centro


De 7 a 15 de Outubro irão decorrer os V Encontros Internacionais da Guitarra Portuguesa. 
«Assumimos a importância em atribuir um novo protagonismo à guitarra, nomeadamente a guitarra de Coimbra, como factor identitário e transversal a várias gerações. 
A guitarra é assim apresentada nas suas várias facetas, procurando mais uma vez demonstrar a sua versatilidade, o seu potencial, num programa que inclui, entre outros momentos, as homenagens a Octávio Sérgio, a participação dos guitarristas Bruno Costa e Paulo Figueiredo, o espectáculo “A guitarra e o canto”, com a participação de Virgílio Caseiro e o Grupo Cancioneiro de Coimbra, a participação da Tuna Académica de Medicina da Universidade de Coimbra, a participação de Doc Rossi ou de António Eustáquio no Guitolão.»
  Fonte: http://www.facebook.com/pages/Orquestra-Cl%C3%A1ssica-do-Centro/176278047024

sábado, 21 de maio de 2011

Guitarra Portuguesa

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E não só!!!

Mais uma excelente actuação do Jójó, desta vez em "casa".
Está como o vinho do Porto, quanto mais velho .....


        
Programa do evento

 







É sempre extraordinário ver e ouvir alguém tocar um instrumento, quando isso também lhe dá um enorme e visível prazer.

Aproveitem e passem por lá, não só virtualmente na web em  http://casadaescrita.cm-coimbra.pt/   mas também, e principalmente, fisicamente.
Vão ter uma pequena surpresa...

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domingo, 6 de dezembro de 2009

Coimbra

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GUITARRA!


Há em todas as mãos uma guitarra e em cada garganta uma canção, e são apenas alguns que tocam e cantam. Isto não quer dizer que o fado não esteja dentro de todos aqueles que um dia viveram e amaram Coimbra".



Manuel Alegre


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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Canto a Coimbra - II

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FADO DE COIMBRA - ORIGINAIS

Ainda a propósito do meu Post de 14.MAIO.2009, em que referia a oportunidade de colocar online, as peças originais do nosso Grupo de Fados, ao tempo:

- INDICATIVO, instrumental da autoria de Fernando Paulo e Henrique Simões;





- AMOR ETERNO, Letra de Alcides Cruz e Música de Henrique Simões e Fernando Paulo;





- SAUDADE QUANTA SAUDADE, Letra de Henrique Simões e Hermínio Tomé, Música de Henrique Simões e Fernando Paulo;





- COIMBRA MEU AMOR, Letra de Henrique Simões e Música de Henrique Simões e Fernando Paulo.





Espero que apreciem.
Brevemente conto colocar online mais algumas musícas do CD, incluindo um novo ORIGINAL do Grupo, que estamos a ultimar.

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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Coimbra

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FADO/CANÇÃO DE COIMBRA

Um dos mais belos fados/canções de Coimbra.
De sempre!


ROMAGEM À LAPA
Letra: Leonel Neves
Música: João Gomes


Se um dia a vida parasse
E a gente voltasse
ao tempo que Havia

E se o Mondego passasse
E a todos levasse
a um velho Dia

Talvez a Lapa cantasse
E em pedra gravasse
a nossa Alegria

Talvez a Lapa sorrisse
E á pedra se ouvisse,
Olá Poesia !


Se agora o rio pudesse
Juntar quem padece
de tal Nostalgia

E tanta gente viesse
Sem sonhos nem preces
e sem Rebeldia

Talvez a Lapa chorasse
E em pedra gravasse
a nossa Agonia

Talvez a Lapa sofresse
E á pedra dissé-se,
Adeus Poesia !


Onde ver/ouvir:
Aqui 1
Aqui 2
Aqui 3
Aqui 4
Aqui (a partir do minuto 5:00)
e aqui 6.


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domingo, 30 de agosto de 2009

Musica em Agosto II

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AMIEIRA DO TEJO - NISA


Precisando o post anterior, foi na bonita terra de Amieira do Tejo, freguesia do concelho de Nisa, onde ontem estivemos presentes. Espectáculo integrado nas Festas da Freguesia e da Senhora da Sanguinheira.



Tocámos neste belo monumento nacional, um local magnifíco e cheio de significado histórico para aquela gente e para Portugal.




Podem encontrar mais informação por aqui:
http://amieiradotejo.blogspot.com/
http://jornaldenisa.blogspot.com/
http://concelhodenisa.blogspot.com/
http://amieiradotejo.home.sapo.pt/
http://cathedral.lnec.pt/portugues/amieira.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Amieira_do_Tejo


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sábado, 29 de agosto de 2009

Musica em Agosto

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Canto a Coimbra - Grupo de Fados e Canções de Coimbra

E lá vamos nós hoje até Nisa.
Deve, muito provavelmente, ser o último espectáculo deste verão.






Estamos todos a necessitar de recarregar as baterias. Nem todos têm ainda idade - e saúde - para saídas nocturnas contínuas.

Desde já uma palavra de especial agradecimento para o nosso amigo (Cantor e Guitarrista) Fernando Bogalho Simões.



Apesar dos seus muito afazeres, profissionais e pessoais, não quis deixar de nos ajudar.
Muito Obrigado, amigo.

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Breve Historial do Grupo

O Canto a Coimbra tem a sua génese em 2003, na altura integrado na vertente cultural da actividade do Clube Recreativo “O Vigor da Mocidade” de Fala – S. Martinho do Bispo (Coimbra), com o nome de Grupo de Fados do Vigor da Mocidade.
Os ensaios eram realizados na sede do próprio clube e coexistia com um grupo de Fados de Lisboa, partilhando também o nome.

No mesmo ano de 2003 é decidido alterar a sua designação para Grupo Amador de Fados “Fado Menor”, continuando a partilhar a sua formação com o Grupo de Fado de Lisboa. Faziam parte da “vertente” de Coimbra: Fernando Paulo e Fernando Geraldo, na guitarra portuguesa, Henrique Simões, na viola de fado e Fernando Simões, Mário Dias e Alfredo Lemos, no canto.

É com esta formação que é realizado o primeiro grande espectáculo, a 13 de Junho de 2003, em Antanhol – Coimbra, seguido de um outro em Setembro desse mesmo ano, no pavilhão do Vigor da Mocidade (Fala – Coimbra).
Pouco tempo depois e ainda no ano de 2003, a composição do grupo sofreu algumas alterações. Na guitarra portuguesa sai Fernando Geraldo e no canto, Hermínio Tomé substitui Mário Dias. O local de ensaios é também alterado em 2004, passando estes a decorrer na “Adega” da casa do Sr. Alfredo Lemos em S. Martinho do Bispo – Coimbra.

Em 2005 o nome do grupo sofreu a sua derradeira mutação, passando a partir dessa data a designar-se Canto a Coimbra – Grupo de Fados e Canções de Coimbra.

A partir desse ano a actividade do Grupo teve um acréscimo significativo, tendo vindo a realizar inúmeras actuações em festas, convívios e de animação em restaurantes, etc., contando sempre com a prestimosa colaboração, no canto, dos nossos amigos Alcides da Cruz e Fernando Simões, e nalguns espectáculos com o Grupo de Fados de S. Martinho (Fado de Lisboa).

Em 2007 (Setembro) realizámos um espectáculo na Sé Velha (Coimbra), local privilegiado e mítico para o Fado e a Canção de Coimbra.

O Grupo orgulha-se de, graças a um espírito investigador e criativo, ter composto alguns temas inéditos e que são, além do Indicativo musical, os fados Amor Eterno, Saudade Quanta Saudade e Coimbra Meu Amor, num CD entretanto registados.


O «Fado de Coimbra»
«é uma canção terna, docemente saudosista, mas jovem no seu vigor, no idealismo das atitudes, na esperança dum amor realizável que se oferece, ao mesmo tempo espontâneo e elaborado, de melodia bem contornada e, simultaneamente, um pouco rebuscada e, por vezes patente.» – Francisco Faria.


Coimbra, Abril de 2008


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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Curiosidade

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CURIOSIDADE ... Curiosa!

Nesta cassete ("cartridge") de que não sei, nem consegui obter, a data de edição (edição made in USA) de Fados de Coimbra, consigo vislumbrar (pela leitura dos documentos de apoio) um conjunto apreciável de curiosidades, curiosas!!!!





Senão reparem:
  • A edição é de Fados de Coimbra;
  • O Trio de Guitarras que gravou as peças é o Trio de Guitarras de Fontes Rocha (Lisboa);
  • Os "fadistas" deviam ser do melhor para a época, pois senão vejamos:
- José Borges, nasceu em Lisboa e no hobby do canto, ganhou um concurso e "pimba", a sua especialidade já era cantar Fados de Coimbra;
- Plinio Sérgio, nasceu no Barreiro, já canta desde 1951, participou em inúmeros programas de TV (que julgo só nasceu em PT em finais dos anos 60) e rádio e "especializou-se" em cantar Fados de Coimbra;
- Valentina Félix, nasceu no Algarve, começou a carreira de cantora aos 17 anos (apesar de nesta altura já ser uma das mais novas cantoras profisisonais de Lisboa) num grupo de Jazz e agora deu em cantora de Fado de Coimbra.



Da Track List constam assim 12 peças, algumas delas hoje em dia clássicos do fado/canção de Coimbra.

Não sei a qualidade das músicas, nem da gravação (que suponho para a época devia ser boa - aliás já diz ser Stereophonic), apesar de no site referido abaixo (fonte) se conseguir ouvir um excerto (pequeno) de cada peça, mas não custa nada a acreditar que pelo sexteto que nelas participou, devia ser do melhor que existia em Lisboa, a cantar Fado de Coimbra ....

Reparem pois como o Fado ou Canção de Coimbra desde sempre foi tratado.
Apesar de ser um "produto" apetecível ...


Fonte: http://www.folkways.si.edu/albumdetails.aspx?itemid=2574

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domingo, 2 de agosto de 2009

Antologia do Fado de Coimbra

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No PORTO!
Para ser mais exacto, na Casa da Música.

«O Fado (ou Canção) de Coimbra é tanto mais de Coimbra quanto mais de toda a parte, tanto mais nosso quanto mais de todos.»

Manuel Alegre




“Há sem duvida um estilo próprio na forma e na interpretação deste tipo musical, no trinar das cordas, nos compassos, nas aportações do canto, na diversidade de interpretação, nos ritmos e nas métricas - “o Fado de Coimbra”.”

“Há sem dúvida momentos definidos e identificativos que marcaram a diferença e que levaram características próprias do fado e muito particularmente deste tipo de fado – por exemplo, a geração de 60 e 70.”

“A canção que vem do mais popular e do mais erudito e que conjuga em si o maior numero de variantes e sub-estilos sem por isso ter deixado a sua identidade própria.”

Nuno Oliveira


"Nessa amálgama de costumes inclui-se a música de matriz coimbrã, (expressão usada pelo Dr. Luiz Goes), que se deu a conhecer ao mundo como Fado de Coimbra.

Essa música que transpõe as origens dos diversos estudantes para um local, cujo sentimento-mor é a saudade, vai sobreviver ao longo dos tempos numa penumbra marginal ao resto da sociedade, passando a ser um estilo musical quase específico do micro cosmos universitário.”

Victor Serralva


O projecto preconiza uma viagem pelo Fado enquanto estilo de canção, pelas suas origens até a novas tendências de o cantar e ver eternizado, passando pelos vários momentos e gerações, pelas tendências e pela presença de individualidades musicais que o marcaram e o identificaram.

O projecto “antologia do fado”, que não se resume apenas a um espectáculo, mas sim á mobilização de toda a massa estudantil da academia do Porto, tem ganho contornos e dimensão que, para alem de ultrapassar as nossas expectativas iniciais, torna-se numa responsabilidade acrescida perante as pessoas e entidades envolvidas, bem como por consequência nos merece um acrescido empenho.


Fonte:
http://antologiadofado.blogspot.com
http://www.portaldofado.net/index.php?option=com_content&task=view&id=1294&Itemid=67
http://www.canalup.tv/?menu=vp&id_video=1666#default

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terça-feira, 2 de junho de 2009

Guitarra Portuguesa

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Por aqui também se "trilham" novos caminhos, para a Guitarra Portuguesa.


O Mestre em acção:





O Rui Vinagre (que tenho a honra e o prazer de conhecer pessoalmente) e amigos:




THE NEW PATHS OF THE PORTUGUESE GUITAR

The project TRILHOS -- "Novos Trilhos da Guitarra Portuguesa" (Paths -- "The New Paths of the Portuguese Guitar"), had its formalized beginning in the year 2002, resulting from the joining of four musicians with experience in different areas of Portuguese music. The Portuguese guitar played by Rui Vinagre talks with Quiné on percussion, Miguel Calhaz on the double bass and Marco Figueiredo on the piano.

The repertory combines original themes from the musicians, some with more than ten years of existence, in a fusion of instruments and styles, on a setting of ambiences, sometimes improvised, in paths, that go from jazz to Portuguese traditional music, in an innovative proposal on the scenery of the Portuguese musical culture, and on the performance of the Portuguese guitar.

With this work we intend to divulge this instrument, symbol of national identity, in a musical form not very common, in which we hope to awake the curiosity of every listener.

Site: www.myspace.com/trilhosdaguitarra

Mail: trilhos.pt@gmail.com


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sábado, 30 de maio de 2009

JORGE TUNA

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JORGE TUNA: A GUITARRA MÁGICA

Do meu baú das recordações estudantis e a propósito de uma entrevista (cujo título é o acima transcrito) concedida por Jorge Tuna ao Jornal "As Beiras", edição de 1/10/2004.



Esta entrevista mostra o quanto podemos amar uma causa e a ela ser-mos fiéis.

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Como complemento a esta informação, retirei do site http://guitarradecoimbra.blogspot.com (http://guitarradecoimbra.blogspot.com/2005/03/jorge-tuna-guitarra-de-coimbra_18.html) este "pedaço" da história da Guitarra e de Coimbra:


Sexta-feira, Março 18, 2005

Jorge Tuna - A Guitarra de Coimbra. Disco gravado em 1989 e reeditado em CD no ano de 1997 pela etiqueta Jorsom. É um disco com Jorge Tuna novamente no seu esplendor.
Travei conhecimento com as suas primeiras peças, quando andava ainda no Liceu. Como é possível tocar e compor assim, pensava eu! Era um arrebatamento ouvir Jorge Tuna. Com uma dedilhação a raiar a perfeição, era um espanto ouvi-lo, na rádio, tocar aquelas variaçõres do Artur Paredes, como o Ré maior, por exemplo. Soavam-me melhor que tocadas pelo autor! Estavam revestidas de punhos de renda, sem no entanto lhes faltar a força e a garra do Artur Paredes. Que pena não as ter gravado em disco. E as gravações da Emissora Nacional, onde estão? Ouçam-se as "Variações de Coimbra" de Afonso de Sousa. O próprio autor não se coibia de declarar que as tocava melhor que ele. Mas o "Mi menor", o "Lá maior", o "Si menor" e a "Rapsódia de Fados" eram monumentos à Criação. Estava a nascer uma nova “escola". E veio para ficar.
Hoje é vulgar ouvir dizer-se: "toca à Jorge Tuna". E tem três aspectos esta afirmação: pode referir-se ao conteúdo, à maneira de tocar, ou às duas premissas em simultâneo.
Neste disco saliento “Música Breve”; é uma daquelas peças que me faz abstrair de tudo e escutá-la somente. Excitante de início, tranquiliza-nos numa notável passagem a menor e acaba levando-nos ao século dezoito e aos seus alaudistas. Em “Os Saltimbancos” saliento o belíssimo trabalho do meu grande amigo Durval Moreirinhas. Por vezes até se pensa estar perante um guitarrista de formação clássica.
Muito mais haveria para dizer. Estes vinte anos de silêncio de Jorge Tuna não o fizeram perder qualidades. Continua a ser a mesma “escola”. Só os temas são agora mais românticos, mais descritivos.

Vou transcrever o que António Almeida Santos anotou para este disco:

A guitarra portuguesa está longe de um ponto de chegada. É, de facto, um filão por descobrir. Quando tentar a travessia da música clássica, que a homóloga espanhola conseguiu com êxito, pode atingir os longes que atingiu a harpa. Faltou-lhe, até agora, esse mínimo que se deve a um instrumento, que é o ser tocado por quem sabe música e não apenas a sente. Salvo excepções contadas, a guitarra portuguesa tem feito o seu caminho à revelia do solfejo.
Mas quando se a ouve gemer pela mão e pela alma do Jorge Tuna, percebe-se que está nela um “velo de ouro” a conquistar. Não há, neste disco, uma asperidade; nem uma só concessão ao êxito fácil da forma sobre o fundo; nem a tentação do já ouvido, tão frequente na criação musical.
Contribuinte deste resultado é o acompanhamento do Durval Moreirinhas, que trata por tu a viola e conhece como poucos o segredo da sua subalternização à guitarra. A ausência das praxísticas segunda guitarra e segunda viola, se adelgaça o volume dos sons, reforça~lhes a justaposição.
Repete-se, com este disco, o milagre de Orfeu: por momentos, rouba-nos aos infernos da vida. E não menos o milagre sinalagmático do Dr. Fausto: no equador da vida, este professor – médico dos corações – rebela-se contra as rotinas da profissão e cura as resignações do próprio. Só que a coramina é outra: sacode o pó da velha guitarra, desenferruja os dedos e, com surpresa, reencontra intacta a alma.
O que agora criou é do melhor de sempre. E também do melhor de sempre que em Coimbra se fez. Há composições neste registo que vieram para ficar.
Não põem problemas? Não derrubam Bastilhas? É verdade que não! Aquietam revoltas? É verdade que sim!
Mas que ninguém se iluda: a beleza é sempre subversiva.

Biografia de Jorge Tuna (Tirada da capa do disco): Jorge Tuna é Licenciado em Medicina pela Universidade de Coimbra, cidade de onde é natural. Reconhece em Artur Paredes a figura tutelar fundadora da moderna guitarra de Coimbra; inicia em meados de cinquenta a aprendizagem e estudo do instrumento. Sempre acompanhado pelo Durval Moreirinhas, rapidamente atinge, no campo da composição e da execução, níveis pouco comuns no panorama artístico nacional.Enquanto estudante foi membro do Orfeão e da Tuna Académica.; inúmeras digressõe por terras de além fronteira, acompanhando os nomes mais representativos da canção de Coimbra – Zeca Afonso, Sutil Roque, Machado Soares, Adriano Correia de Oliveira e outros. Totalmente absorvido pela sua actividade profissional – professor da Universidade de Lisboa – aceita o desafio de alguns amigos e põe termo a um interregno de 20 anos; quebrado o silêncio, aqui vos deixo a presente obra.

Biografia de Durval Moreirinhas (tirada da mesma capa): Durval Moreirinhas é natural de Celorico de Basto. Com a ajuda e apoio de seu pai, grande amante e conhecedor da música coimbrã, bem cedo se iniciou no campo musical que ainda hoje é o seu – a viola de acompanhamento de fado, balada ou guitarra. Nomes grandes da canção de Coimbra foram por si acompanhados – Luís Goes, Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Machado Soares, António Bernardino, e tantos outros. Também os maiores solistas de guitarra, com maior ou menor incidência temporal, foram por si acompanhados: Jorge Tuna, Eduardo Melo, António Portugal, António Andias, João Bagão, Octávio Sérgio, Fontes Rocha, etc. Fez parte dos grupos de fado que a seu tempo pontificaram nos organismos Académicos – Orfeão e Tuna – actuando em algumas das mais célebres salas de concerto mundiais.: Lincoln Center (N. York), Olympia (Paris), tendo até hoje colaborado em dezenas de gravações de discos e actuado em programas de rádio e televisão nacionais e estrangeiras.

posted by Octávio Sérgio at Sexta-feira, Março 18, 2005

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Tempo de Guitarra - Pauta de uma das suas maravilhosas peças para Guitarra Portuguesa - variante de Coimbra (transcrição de Pedro Pinto, um grande guitarrista da escola de Paulo Soares - Jójó).





Breve biografia, retirada do site do Portal do Fado, e as capas de alguns dos seus CD já editados.





Vamos pois ficar a aguardar por mais novidades, deste grande guitarrista da Escola de Coimbra.

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quinta-feira, 14 de maio de 2009

CANTO A COIMBRA

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A Guitarra Portuguesa e o Fado/Canção de Coimbra.

De uma outra grande paixão minha - a Guitarra Portuguesa - apresento aqui o resultado de uma pequena brincadeira que fizemos e que recentemente viu a luz do dia.

O convívio de apresentação decorreu no passado dia 18.ABR.2009, num jantar de confraternização de amigos e familiares que serviu, também, para homenagear alguns dos elementos do Grupo Canto a Coimbra que, infelizmente, por motivos de saúde, já não nos acompanham.


Capa do CD ...




Contra-Capa do CD ...




CD ...



Capa do Livro que acompanha o CD ...




Contra-Capa do Livro que acompanha o CD ...




Este CD que agora está disponível para os nossos amigos, contém 4 Peças Originais do próprio Grupo. Não quisemos assim deixar passar a oportunidade de dar o nosso pequeno contributo, ainda que modesto mas sincero e despretensioso, para a evolução e engrandecimento do Fado/Canção de Coimbra.

As peças referidas são:
- INDICATIVO, instrumental da autoria de Fernando Paulo e Henrique Simões;
- AMOR ETERNO, Letra de Alcides Cruz e Música de Henrique Simões e Fernando Paulo;
- SAUDADE QUANTA SAUDADE, Letra de Henrique Simões e Hermínio Tomé, Música de Henrique Simões e Fernando Paulo;
- COIMBRA MEU AMOR, Letra de Henrique Simões e Música de Henrique Simões e Fernando Paulo.


Conto aqui disponibilizar brevemente estas peças em formato mp3.

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