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terça-feira, 7 de junho de 2011

Opinião

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Entrevista do Árbitro FIFA (em actividade) Pedro Proença.


O árbitro Pedro Proença deu uma entrevista ao jornal Público (http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1497847) onde tece algumas considerações sobre o futebol, em geral, e a arbitragem, em particular.

Por exemplo:
«Pedro Proença é árbitro de futebol desde 1988-89. Ao longo da carreira, viu o sector passar por uma evolução “muito grande”, mas até aponta a necessidade de se ir mais além. Em entrevista ao PÚBLICO, mostra-se favorável à introdução de meios tecnológicos e defende a profissionalização, assim como uma reforma no processo de observação dos árbitros. Proença admite ainda que há situações menos claras na arbitragem em Portugal, mas sublinha a sua “independência total do futebol”.»

E quando questionado:
«A observação dos árbitros é um procedimento transparente?»

responde:
«Transparente é. Mas está absolutamente obsoleto e ultrapassado. Aquilo que eu preconizava era uma reformulação completa dos quadros dos observadores, e a observação através do vídeo, conjugada com a de campo. É preciso aproximar a realidade das prestações dos árbitros às suas classificações. Se os dirigentes querem defender a verdade desportiva, é preciso investir neste sector.»


Mas então o que será que "está absolutamente obsoleto e ultrapassado"?
  • A forma de observação - humana (em campo) e, nalguns jogos (os que são alvo de reclamação e/ou de visionamento), através do respectivo vídeo?
  • A constituição dos respectivos quadros (como refere no plural, admito que se esteja a referir aos quadros da FPF - 1ª e 2ª Categoria) - constituidos por (na sua quase totalidade) ex-árbitros que se candidatam, prestam provas (de promoção e ao longo da época) e são classificados segundo o seu desempenho?
Se por acaso se está a referir ao primeiro ponto, estamos parcialmente de acordo. Aliás, eu próprio propus esse modelo à actual Comissão de Arbitragem da LPFP (aquando das 2ªs provas desta época) - o sistema misto (como a própria FIFA e UEFA).
Mas não tenhamos ilusões: Não há sistemas perfeitos e este também tem as suas desvantagens (para além dos custos inerentes).
E, como facilmente se percebe, o actual sistema de avaliação de desempenho dos árbitros (que já é em si mesmo, parcialmente misto), afinal não está assim tão absolutamente obsoleto e ultrapassado!!!

Se porventura se está a refrir à constituição dos quadros. Bom então aqui estou em perfeito desacordo. Se posso admitir alguns ajustamentos á forma como se processa a sua composição, na essência estou totalmente de acordo com o modelo vigente. A Meritocracia deve prevalecer sempre sobre outros critérios de escolha.
E então sobre este ponto, julgo eu, estamos muito longe de estar absolutamente obsoleto e ultrapassado!!!


Mas é no seio da discussão que, concerteza, obteremos melhores soluções.
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sábado, 11 de julho de 2009

Are leaders born or bred?

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Algumas ideias chave, anotadas ao "correr da pena" durante um seminário sobre Leadership, a que tive o prazer de assistir a semana passada em Lisboa:
  • O Leader alinha e mobiliza
  • Gerir - Gerem-se coisas
  • Liderar - Lideram-se pessoas

Segundo James Hunter, existem sete Fontes de Poder. Numa tradução livre do inglês, as 7 Fontes do Poder são:
  1. Especialista (poder da competência)
  2. Remuneratório (poder monetário)
  3. Legitimado (hierarquia de uma empresa, por ex)
  4. Imagem/Referência (carisma)
  5. Coercivo (penalizador)
  6. Informação (saber)
  7. Ligações ("cunhas"/familiares)


Are Leaders Born or Bred?

Este é o título de um artigo escrito por Amin Rajan, um dos maiores especialistas mundiais em Leadership, consultor e autor de inúmeros livros e artigos sobre o tema, ou com ele relacionado.
Apresento de seguida um pequeno resumo desse texto.

«Since Aristotle, this question has dominated the debate on how to develop leaders. Based on structured interviews with 50 prominent leaders, Leading People came to two conclusions.

FIRST, leadership is not a divine gift for the blessed few. It is an art that can be learnt by many. So, leaders are born first... and then bred. Genetic endowment may be a factor. But leadership attributes are unquestionably influenced by number of forces in a individual´s lifetime. Furthermore, the forces in adulthood are just as important as in childhood.

Underlying this argument is a view that the potential to lead is far more prevalent. Yet everyone cannot be a leader. Some may not possess enough skills or emotional strength. Some may do so, but lack te necessary motivation. Some may have the ability and will, but lack the necessary opportunities. Hence, the rarity of leadership is a mater of:
  • negotiated development, rather then a dearth of unique talents
  • special situations, rather than pre-ordained paths.

SECOND, according to the leaders interviwed, there are five myths wich need to be exposed:
  1. Leadership is a rare skill. Everyone has leadership potential, just as everyone has some ability at running and acting. The skill is possessed by a majority but used by a minority.
  2. Leaders are born, not made. Major capacities of leadership can be learnt, if the basic desire to learn is there. They can be taught to everyone and denied to no one.
  3. Leaders are charismatic. Some are, most are not. also, charisma is the result of effective leadership, not the other way round.
  4. Leadership exists only at the top of an organisation. The larger the organisation, the more leadership roles it is likely to have at all levels.
  5. The leader controls, directs and manipulates. In today´s business, leadership is about aligning the organisation´s energies behind the agreed goals. The more powerful a leader, the more powerless s/he is.»


Alguns sites a consultar:
  • http://www.speakers.co.uk/csaWeb/speaker,AMIRAJ
  • http://www.windsorleadershiptrust.org.uk/en/1/arajan.html

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terça-feira, 28 de abril de 2009

Guitarra Portuguesa - Lisboa

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Uma peça executada por uma geração mais nova ...




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Guitarra Portuguesa - Lisboa

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Outra peça ...



para mais tarde recordar ...
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Guitarra Portuguesa - Lisboa

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Para os amantes da guitarra portuguesa:




Uma peça da variante de Lisboa.
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