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quarta-feira, 28 de julho de 2021

TRABALHO EM EQUIPA (TeamWork)

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Partilho novamente o artigo que escrevi para o Jornal "O Bom Árbitro", do NAF Marques Bom.


Apesar de o ter elaborado em 2015, na era da Arbitragem pré-VAR, muitas das ideias continuam perfeitamente válidas.

Espero que apreciem.
















Boa época para todos ;-)

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sábado, 26 de dezembro de 2015

GESTÃO DO JOGO?

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JORNAL PÚBLICO, 26.12.2015

 Por merecer uma leitura mais demorada, transcrevo um artigo do jornal Público de hoje (link no final).

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Quando o autocontrolo ajuda a controlar o jogo

NUNO SOUSA 26/12/2015 - 08:29

A função de árbitro continua a atrair milhares de interessados em Portugal, com os números a crescerem 40,1% desde 1996. De onde vem esse apelo? E que ferramentas, para além das regras, devem dominar? O PÚBLICO foi procurar respostas.

O máximo a que podem aspirar num jogo é passarem despercebidos. Essa é a vitória possível num tabuleiro em que mesmo as decisões acertadas que tomam desagradam a uma das partes. Aqui, neste núcleo restrito, a palavra-chave é discrição. O protagonismo é para os outros. Para os atletas, claro, para os treinadores, algumas vezes para os dirigentes, nem sempre pelas melhores razões. Ser árbitro é, num certo sentido, respirar autoconfiança. Como tão bem fazia o italiano Pierluigi Collina, autor de uma das melhores definições para a função: “O melhor árbitro é aquele que tem coragem de tomar decisões, mesmo quando seria mais fácil não as tomar".

O que leva, então, alguém a optar por uma carreira na arbitragem, especialmente num país em que a cultura desportiva deixa muito a desejar?
A pergunta tem resposta na primeira pessoa, nos testemunhos publicados nas páginas que se seguem, mas os números ajudam pelo menos a perceber que o fenómeno tem angariado adeptos ao longo dos anos. Desde 1996, ano em que o Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ) começou a disponibilizar dados segmentados sobre o sector, o total de árbitros e juízes federados aumentou 40,1%, de 9470 para 13.350 em 2014. Se o termo de comparação for a última década, o acréscimo é de 1077 elementos. É verdade que, ao longo destes 18 anos, houve algumas oscilações (com um pico de 16.395 em 2009), mas a tendência geral é de efectivo crescimento.

Walter Broeckx, um árbitro de futebol belga que escreve regularmente análises sobre prestações dos juízes, com especial enfoque nos jogos da Premier League, deixa três conselhos simples para se desempenhar a função: nunca desistir, manter a concentração e, com uma pitada de humor, ser-se surdo. Mas o trabalho psicológico por detrás de uma boa actuação é muito mais profundo.

Pedro Almeida, psicólogo do Desporto e docente no ISPA (Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida), ajuda-nos a reflectir sobre o tema: “Em primeira linha, é preciso ter em conta questões relacionadas com o controlo emocional, por forma a evitar emoções menos favoráveis ao rendimento desportivo. Depois, questões de foco atencional. É fundamental um árbitro estar focado num conjunto de aspectos relevantes e não noutras coisas acessórias. E isso cruza-se com o aspecto anterior. Muitas vezes são as emoções que o vão fazendo dispersar”, expõe, em conversa com o PÚBLICO, aludindo “às pistas relavantes da tarefa”, à necessidade de não ficar retido no erro anterior.

A estas duas vertentes juntam-se, naturalmente, a capacidade de tomada de decisão (é crucial adquirir mecanismos de julgamento), a gestão da motivação (ser capaz de ir formulando objectivos para si próprio para se manter activo), o domínio da autoconfiança (“o excesso ou falta de autoconfiança podem ser prejudiciais”, explica Pedro Almeida) e, por fim, a questão de comunicação (a forma como o árbitro se relaciona com os outros). “É importante conseguir ler as emoções dos outros, pôr a inteligência emocional ao serviço da comunicação”, completa.

Há uma abordagem, porém, que o investigador de Psicologia do Desporto considera nuclear e que servirá de base de partida para a prestação dos juízes: a filosofia de actuação. “Parece-me fundamental definir os valores que se gostaria de defender enquanto árbitro e a linha que não se está disposto a cruzar. Este é um aspecto central”.

O volume de competências
De entre o conjunto de federações consideradas pelo IPDJ, a que rege o futebol, o futsal e o futebol de praia é a que reúne um maior número de árbitros. Foram 3383 no ano passado, sendo que a segunda disciplina com maior número de juízes, o atletismo, agrega menos de metade: 1561.  

José Neto, licenciado em Educação Física e Mestre em Psicologia Desportiva, ajudou, no final da década de 1990, a organizar e sistematizar os centros de treino para a arbitragem, com relva sintética, para simular as condições de jogo. Às componentes mentais, o também formador da UEFA anexa a importância da condição física: “Um árbitro corre 11 ou 12 km por jogo, em corrida lenta e rápida, à frente e à retaguarda, por isso há condicionantes que têm de ser trabalhadas, como a capacidade de resistência. Trabalha-se, por exemplo, com a frequência cardíaca. Há muitos dados de investigação nesta área”.

Estas são as especificidades do futebol, mas há princípios que se aplicam de forma transversal. “É preciso capacidade de resistência ao conflito, juntar à competência técnica o valor humano. E trabalhar a autoconfiança é meio caminho andado”, expõe José Neto, insistindo na ideia de que um árbitro deverá reunir “um grande volume de competências psicológicas, físicas e fisiológicas”.

A verdadeira avaliação de um desportista, porém, faz-se em campo, no entender do especialista. “A melhor maneira de avaliar um indivíduo é vê-lo a actuar. Percebe-se melhor a personalidade de um árbitro em acção do que falando com ele durante um mês, porque reverte na dinâmica as suas virtudes e defeitos”, explana.

A gestão do fracasso
Mas não são apenas as ferramentas para optimizar a performance que devem ser tidas em conta. O pós-jogo, especialmente quando a actuação choca de frente com as expectativas, merece especial atenção. Lidar com o fracasso e ultrapassar  a desilusão fazem parte do crescimento, mesmo quando os demais mecanismos já estão apurados. 

Da mesma forma que defende que um árbitro não deve expor-se em demasia quando o jogo lhe corre de feição (“O melhor momento para abrilhantar o êxito é curvar-se perante o silêncio”), José Neto também aconselha cautela na gestão do erro. “O árbitro tem de se refugiar no seu sacrário de entendimento pessoal”.

Neste particular, o caminho que resulta para uns é ineficaz para outros, por isso, Pedro Almeida alerta para a necessidade de avaliar caso a caso. “As estratégias de gestão emocional são muito individuais”, sublinha, chamando a atenção para a premência de saber também lidar com o erro que é detectado ainda durante o encontro. “Há dimensões de gestão do pensamento fundamentais para que o árbitro continue a ter a sua performance. A capacidade de gestão do diálogo interno, de empurrar a análise da questão para o final do jogo. Não se pode avaliar a performance enquanto estamos a gerir a performance”, elenca o docente do ISPA.

No fundo, acabamos por regressar quase sempre ao controlo e à gestão das emoções. E para que aprendam a geri-las, acrescenta António Fidalgo, é preciso dar antes o primeiro passo. “O árbitro não está imune a viver os factos de forma emocional e pode ter dificuldade em reconhecer as emoções, que só podem ser controladas depois de reconhecidas”, prossegue o coach, com certificação em Programação Neuro-Linguística .

Fundamental é “não deixar a emoção comandar a razão”, sendo que, para o antigo guarda-redes e posteriormente treinador, é determinante o trabalho que se desenvolve a nível individual para se atingir o “equilíbrio emocional”.
Uma vez atingido este patamar, segue-se o enfoque sobre a optimização dos níveis de concentração e de autoconfiança. “É crucial tomar atenção ao que é principal e desvalorizar o que é acessório. Depois, adequar os comportamentos do árbitro ao contexto. Além de aplicarem as leis, têm também de gerir o jogo, têm de ser capazes de comunicar de forma eficaz com os jogadores”, insiste António Fidalgo.

Quanto mais competentes forem os juízes no domínio desta teia psicológica, mais perto estarão do sucesso e mais capacidade terão para controlar as pressões que sofrem. A pressão, esse “inimigo” que retira a muitos o prazer de apitar, pode pelo menos ser controlada. “Não há nenhum ser humano que esteja totalmente imune a pressões”.


Fonte: http://www.publico.pt/desporto/noticia/quando-o-autocontrolo--ajuda-a-controlar-o-jogo-1718436

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sexta-feira, 12 de junho de 2015

OBRIGADO!

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Olá viajante .... 
Muito Obrigado por ter cá passado ;-)









Quando iniciámos este espaço estava longe dos nossos pensamentos atingir tal número de visitas. Estamos satisfeitos e procuraremos melhorar com as vossas observações e sugestões, bem como as críticas construtivas que temos recebido.





A todos o nosso Muito Obrigado.





E já sabem, este é um Espaço nominal, que se quer interativo, de opinião plural, de dúvidas (metódico/existênciais), de formação e crítica, que se deseja construtiva, tentando cobrir todo o espetro desportivo nacional e não apenas confinado às fronteiras do Distrito de Coimbra.

Um espaço global que se deseja de partilha e de aprendizagem.


Espero e desejo a vossa participação activa (de todos e para todos).
Só assim estas coisas fazem sentido.

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domingo, 8 de março de 2015

Pedro Proença

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Umas páginas mais à frente, no mesmo jornal ....


















quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A citação do dia

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"Como o futebol não é perfeito, não se entende porque se pretende que os árbitros o sejam...."



Pierluigi Collina (13.02.1960 - )

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segunda-feira, 9 de junho de 2014

2014 FIFA World Cup Brazil - Referees

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A voz aos árbitros.









De forma inédita a FIFA decidiu publicar declarações dos árbitros presentes no campeonato do mundo.















Podem ver e ouvir todas as opiniões no site da FIFA em:

http://www.fifa.com/worldcup/news/y=2014/m=6/news=referee-revelations-2359745.html

ou mesmo no youtube em:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLCGIzmTE4d0jb_C4Gv-H9lYtiChtAy1l4

A listagem inclui todos os árbitros presentes na competição que, de uma forma descontraída, partilham um breve resumo das suas carreiras e as suas expetativas para a prova.


Em claro destaque o nosso árbitro:

















https://www.youtube.com/watch?v=Ea6fihbSb3Q&list=PLCGIzmTE4d0jb_C4Gv-H9lYtiChtAy1l4&index=11












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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

BPM

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As 6 fases de um projecto:
1. Entusiasmo.
2. Desilusão.
3. Pânico.
4. Caça aos culpados.
5. Castigo dos inocentes.
6. Prémios aos não participantes.


Fonte: Manuel Ribeiro, via facebook.

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sábado, 18 de maio de 2013

O "velho" e o "novo"

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NOMEAÇÕES CA AF COIMBRA.

Não posso deixar passar esta oportunidade, em tempo de passagem de funções do "velho" para o "novo" CA AFC, para desejar uma mudança radical nos critérios de nomeação dos árbitros para as finais dos diversos campeonatos distritais da AFC.

Verifico com alguma mágoa que continua reinante a velha teoria (de pelo menos 12 anos) de nomear para os jogos das finais (de festa, de alegria e de epílogo/comemoração de uma época de esforços e sacrifícios, para todos - árbitros e equipas) os árbitros dos quadros da FPF em detrimento de se premiarem os mais regulares, esforçados e melhor classificados a nível Distrital.

Deixo-vos apenas dois pequenos exemplos de um critério de nomeação que, a meu ver, continua errado, se queremos atrair, premiar e reter os jovens (e melhor classificados) para a arbitragem de Coimbra.

Da consulta ao site:
http://servicos.afcoimbra.com/portal/page/portal/PORTAL_FUTEBOL/COIMBRA/COIMBRA_ASSOCIACAO/CONS_ARBITRAGEM/NOMEACOES

NOMEAÇÃO A - Prova: FASE FINAL CAMPEONATO DISTRITAL JUNIORES F11 APURAM. 1º, 2º
18/05/2013 - 17:00 UD TOCHA x ASS.DESP. POIARES
Campo: ESTÁDIO DO COMPLEXO DESPORTIVO TOCHA - Relvado
Árbitro: JOSE PEDRO MORGADO LARANJEIRA

NOMEAÇÃO B - Prova: TAÇA ASSOCIAÇÃO FUTEBOL DE COIMBRA FINAL
19/05/2013 - 17:00 TOURING C.P.M. x UNIÃO C. EIRENSE
Campo: ESTÁDIO MUNICIPAL SÉRGIO CONCEIÇÃO - Relvado
Árbitro: BRUNO MIGUEL AGREIRA VENTURA

Deixo aqui um desafio:
Qual destas nomeações (NOMEAÇÃO A ou NOMEAÇÃO B) vos parece mais condizente com o princípio básico de premiar o mérito dos árbitros distritais?


Após mais de uma década, continuo firmemente convencido que se trata de uma completa desresponsabilização do acto de gerir os árbitros e a sua respectiva carreira na arbitragem, mas reconheço que cada vez mais me parece que sou apenas eu.

Em sintonia com o estado actual do país, julgo que não se pode apenas exigir e que há limites para tudo. Aliás (parafraseando um conhecido político da nossa "praça") a linha vermelha é já alí !!!.
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Questão Técnica

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Um jovem árbitro fez-me chegar a seguinte questão, pedindo a minha opinião:


318. Um jogador suplente encontrava-se junto da linha do meio campo para entrar e substituir um seu colega de equipa. Quando este saiu, o árbitro fez-lhe sinal para entrar, mas ele encontrava-se a colocar as caneleiras e a puxar e atar as meias. Então o árbitro manda recomeçar o jogo sem consumar a substituição. Em que fundamento legal se baseou para assim proceder?
  • A. Não há fundamento legal que torne a decisão do árbitro correta
  • B. O árbitro esteve bem porque o jogador não é obrigado a entrar
  • C. O árbitro deveria ter advertido o jogador e deixá-lo fora do terreno de jogo até à próxima interrupção.
 Na minha humilde (e sem nenhuma validade jurídica) opinião a resposta certa é a B).
 
RACIONAL (com a ajuda de árbitro amigo):
Do Livro das Leis do Jogo - Interpretação das Leis do Jogo e Linhas Orientadoras para árbitros:
Lei 3 - Procedimento das substituições: Pode ser recusada uma substituição em determinados casos, nomeadamente se o suplente não estiver pronto para entrar em jogo.
Assim há fundamento legal para a decisão do árbitro. O jogador suplente não é obrigado a entrar, esse é um problema disciplinar da equipa, não tendo o árbitro de intervir.
Por isso o árbitro não tem poderes, nestas condições, para advertir o suplente.
 
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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

HUMOR

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Aproximando-se a época das vindimas, é preciso desmistificar alguns preconceitos acerca do consumo de vinho.



1. O VINHO PODE MATAR?
Pode. Há uns anos, um rapaz foi atingido por um barril de vinho que caiu dum camião, causando-lhe morte instantânea.

2. O USO CONTINUADO DO ÁLCOOL PODE LEVAR AO USO DE DROGAS MAIS PESADAS?
Não. O álcool é a mais pesada das drogas: uma garrafa de vinho pesa cerca de 900 gramas .

3. O VINHO CAUSA DEPENDÊNCIA PSICOLÓGICA?
Não. Cerca de 89,7% dos psiquiatras, psicólogos e psicanalistas entrevistados preferem cerveja.

4. MULHERES GRÁVIDAS PODEM BEBER SEM RISCO?
Sim. Está provado que nas operações STOP, a polícia nunca faz o teste do balão às grávidas.

5. O VINHO PODE DIMINUIR OS REFLEXOS DOS MOTORISTAS?
Não. Experiência com mais de 500 condutores: foi dada uma grade com garrafas de vinho para cada um abrir e beber. As últimas foram abertas e bebidas no mesmo tempo gasto com as primeiras. Em nenhuma das garrafas os reflexos foram alterados.

6. A BEBIDA ENVELHECE?
Sim. A bebida envelhece muito depressa. Se deixar uma garrafa de vinho aberta de um dia para o outro, altera o paladar e o aroma e chega mesmo a avinagrar passadas algumas semanas.

7. O VINHO CONDICIONA NEGATIVAMENTE O RENDIMENTO ESCOLAR?
Não, pelo contrário. Algumas universidades estão a aumentar os lucros com a venda de vinho a copo, nas cantinas e bares.

8. O QUE FAZ COM QUE A BEBIDA CHEGUE AOS ADOLESCENTES?
O estudo confirma que, em primeiríssimo lugar, o empregado de mesa.

9. O VINHO ENGORDA?
Não. Tu é que engordas.

10. O VINHO CAUSA PERDA DE MEMÓRIA?
Que eu me lembre, não.


O resto são lérias...toda a cultura mediterrânica se fundou no vinho e no azeite...



Fonte: Recebido via email.

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segunda-feira, 30 de julho de 2012

MESMO ASSIM ....

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Faço minhas as palavras do DN (http://www.dn.pt) de onde "roubei" este aviso ....























e agora vou pra banhos.... que também sou filho de deus .... e o José Rufino garantiu-me que a água estava a aquecer!!!


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sábado, 7 de julho de 2012

Além ... Tejo

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Desde o Alentejo profundo - Moura - e a esta hora da matina, sempre vos digo:

Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que às vezes fico pensando, se a burrice não será uma ciência.

''António Aleixo''


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sábado, 19 de novembro de 2011

COIMBRA

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COIMBRA e a falta de PROTAGONISTAS!

Entevista muito interessante, que recomendo a muitos Conimbricenses .....

Capa de "as beiras", 19/11/2011



















E aos poucos que existem, ou tentam fazer por isso, utiliza-se a inveja e a maldicência para os denegrir e dificultar na sua ação.

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Diretamente do Facebook

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Protagonismo:

«Qualidade do que se destaca em qualquer acontecimento, área ou situação».


Inveja:
«Desgosto pelo bem alheio. Desejo de possuir o que outro tem»


Velho do Restelo:
Personagem criada por Luís de Camões, no canto IV da sua obra Os Lusíadas. O Velho do Restelo simboliza os pessimistas, os conservadores e os reacionários que não acreditam no sucesso e, mais do que isso, sentem inveja pelo protagonismo/sucesso dos outros.

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sexta-feira, 18 de março de 2011

OBSERVA(dores)

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Crónica.

O ex-árbitro Pedro Henriques, dá à estampa (neste caso virtual - da edição online) no Jornal "O Jogo", edição de 16/3/2011, um artigo de opinião sobre os Observadores da 1ª Categoria Nacional.





















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A sua opinião não teria qualquer impacto - e seria uma, como as demais, de entre todos nós -, não sendo o facto de ser, neste momento, uma figura pública, assumindo as funções de comentador de arbitragem em órgãos de comunicação social de grande impacto público.

Mas então que diz de verdadeiramente novo o cronista?
Na realidade absolutamente nada.

Se sobre o lance referido nada vou comentar - todos vimos, pelo menos, as imagens televisivas repetidas até à exaustão, já sobre os comentários que faz sobre a função de Observador, gostava de tecer algumas considerações.

Refere o cronista que os observadores servem-se da utilização dos telemóveis para elaborar os relatórios.
Será que sabe de que está a falar?
Ou será que se quis referir a outra situação qualquer?
Ou estará mesmo a tentar baralhar os mais incautos?

É que, como todos sabem, os relatórios são elaborados em casa, não nos estádios.
As notas sim, essas são enviadas ainda dentro das instalações do estádio.

Por outro lado, se parece ser um defensor, como eu próprio, de um sistema misto de avaliação (à  semelhança aliás dos sistemas de avaliação da Liga Inglesa, da UEFA e da FIFA): técnica -do observador, de gestão do espectáculo - clubes e LPFP, e da opinião pública - espectador, então concerteza defenderá que a verdade desportiva - e a avaliação justa dos desempenhos das equipas de arbitragem - não podem, nem devem, ser deixadas apenas a ser "feitas … a olho nu". As imagens televisivas têm uma função primordial!

Não defendendo a utilização dos métodos por ele descritos, não posso todavia de deixar no ar a pergunta: "Não seria mais justa a avaliação da equipa de arbitragem com a ajuda das imagens, do que sem elas?".

E portanto, concordando com o cronista de que "este sistema de avaliação está falido", resta-me perguntar (e esperar ardentemente pela resposta):

- Que propostas tem o sr. cronista a fazer-nos para o melhorar?
Isso é que seria verdadeiramente novo e enriquecedor para a Arbitragem!
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Novo Signo

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Ou será Signo Novo?

Se nasceu entre 30 de novembro e 17 de dezembro, já deve ter percebido que, afinal, não é Escorpião nem Sagitário, mas sim Serpentário

 
  




















Para conhecer o novo signo do zodíaco, que mexeu com as datas de todos os outros (e, já agora, veja se confere com a sua personalidade) pode ir, por exemplo, a:
  • http://clix.visao.pt/conheca-o-tal-novo-signo-do-zodiaco=f586904
  • http://clix.visao.pt/o-zodiaco-mudou-e-agora-qual-e-o-seu-signo=f586020
  • http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/insolito/astronomos-acrescentam-novo-signo-do-zodiaco
  • http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1757325&page=-1
  • http://astral.sapo.pt/astrologia/saber-astrologia/astronomo-descobre-novo-signo-1121792.html


Os Signos do Zodíaco ficam então, a partir de agora, assim ordenados:

  • Capricórnio: De 20 Janeiro a 16 Fevereiro
  • Aquário: De 16 Fevereiro a 11 Março
  • Peixes: De 11 Março a 18 Abril
  • Carneiro: De 18 Abril a 13 Maio
  • Touro: De 13 Maio a 21 Junho
  • Gémeos: De 21 Junho a 20 Julho
  • Caranguejo: De 20 Julho a 10 Agosto
  • Leão: De 10 Agosto a 16 Setembro
  • Virgem: De  16 Setembro a 30 Outubro
  • Balança: De 30 de Outubro a 23 Novembro
  • Escorpião: De 23 a 29 Novembro
  • Serpentário (Ophiuchus): De 29 Novembro a 17 Dezembro
  • Sagitário: De 17 Dezembro a 20 Janeiro

    Como diria o outro: E esta hein!!!

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    terça-feira, 24 de agosto de 2010

    Opiniões

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    PROPOSTAS.


    O agora colunista oficial do Jornal "O Jogo", Pedro Henriques, publica na edição de hoje este texto em que aponta algumas melhorias que, na sua opinião, as Leis do Jogo deveriam passar a contemplar.

    Texto de Pedro Henriques - O Jogo (24/8/2010)























    Não sendo de todo novidade - algumas delas já outros as vem defendendo há longo tempo (onde também me incluo) - não deixam de ser também mais algumas achegas ao tema.


    Que vos parecem?

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    sexta-feira, 25 de junho de 2010

    Linguagem técnica

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    O Que é um Loop ?



    Para quem não conhece o conceito de LOOP: trata-se de uma terminologia assim nomeada por estudiosos de informática, para definir uma confusão criada, que não possui uma explicação concreta para a solução do problema...

    Bem, vou tentar explicar em poucas palavras esta famosa terminologia:

    Diz-se que um programa de computador "entrou em loop" quando acontece a seguinte situação:

    O diretor chama sua secretária e diz:
    - Senhorita Vanessa: Tenho um seminário na Argentina por uma semana e quero que você me acompanhe. Por favor, faça os preparativos da viagem...
    A secretária liga para seu marido:
    - Alô, João! Vou viajar para o exterior com o diretor por uma semana. Cuide-se meu querido!
    O marido liga para sua amante:
    - Eleonor, meu amor. A bruxa vai viajar para o exterior por uma semana, vamos passar esta semana juntos, minha princesa ...
    No momento seguinte, a amante liga para o menino para quem dá aulas particulares:
    - Joãozinho, estou com muito trabalho esta semana e não vou poder te dar aulas ....
    A criança liga para seu avô:
    - Avô, esta semana não terei aulas, minha professora estará muito ocupada. Vamos passar a semana juntos?
    O avô (que é o director desta história) chama imediatamente a secretária:
    Senhorita Vanessa venha rápido - Suspenda a viagem, vou passar a semana com meu netinho que não vejo há um ano, por isso não vamos participar mais do seminário. Cancele a viagem e o hotel.
    A secretária liga para seu marido:
    - Oi amorzinho! O palerma do director mudou de idéias e acabou de cancelar a viagem.
    O marido liga para sua amante:
    - Amorzinho, desculpe! Não podemos mais passar a semana juntos! A viagem da horrorosa da minha mulher foi cancelada.
    A amante liga para o menino a quem dá aulas particulares:
    - Joãozinho, mudei de planos: esta semana teremos aulas como de costume.
    A criança liga para o avô:
    -Avô! A velha da minha professora me disse que terei aulas. Desculpe mas não poderemos ficar juntos esta semana.
    Seu avô liga para a secretária:
    - Senhorita Vanessa, meu neto acabou de me ligar e dizer que não vai poder ficar comigo essa semana, porque ele terá aulas. Portanto dê seguimento à viagem para o Seminário.


    Entenderam agora o que é um LOOP?



    Fonte: Recebido via email.

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    quinta-feira, 27 de maio de 2010

    Actualidade

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    Se eu mandasse todas as professoras posariam nuas na Playboy. Primeiro, por uma questão de disciplina. Nenhum aluno arrisca a expulsão da sala onde lecciona a Miss Fevereiro.



    Na qualidade de antigo aluno, a notícia da professora de Mirandela que posou nua na Playboy deixa-me indignado: no meu tempo não havia professoras destas.
    Na qualidade de cidadão que já foi capa da Playboy, o facto de a professora ter sido suspensa faz com que esteja solidário: nós, as coelhinhas, devemos unir-nos.

    Devo dizer, aliás, sem querer ser corporativista, que, se eu mandasse, todas as professoras posariam nuas na Playboy. O Ministério da Educação continua entretido com programas e avaliações e ignora aquilo de que o nosso sistema educativo precisa: professoras nuas.

    Primeiro, por uma questão de disciplina. Nenhum aluno arrisca a expulsão da sala onde lecciona a Miss Fevereiro.
    Segundo, por razões de concentração no estudo. Qualquer jovem aluno já deu por si a imaginar a professora sem roupa. Eu não fujo à regra, e aproveito a oportunidade para pedir desculpa à Irmã Genoveva. Mas os alunos de professoras que posam na Playboy não perdem tempo com distracções dessas: não precisam. Se querem ver a professora despida, abrem a revista na página 49. Na sala de aula, concentram-se na compreensão da matéria.
    Terceiro, para conseguir o desejado envolvimento da comunidade no processo educativo. Os encarregados de educação mais desinteressados passam a frequentar todas as reuniões de fim de período: os pais desejam ver a professora; as mães desejam verificar se os pais não se entusiasmam demasiado com o visionamento da professora. Padrinhos que não vêem o afilhado desde a pia baptismal virão de longe para se inteirarem do aproveitamento escolar do miúdo.

    Infelizmente, a vereadora da Educação da Câmara de Mirandela pensa de outro modo.
    A exibição pública voluntária do corpo nu está interdita às docentes. Não se sabe a que outras profissões se alarga esta inibição.
    Canalizadoras podem posar sem roupa sem desprestigiar o nobre ofício de vedar uma torneira? Empregadas de escritório podem deixar-se fotografar nuas sem melindrar os carimbos? Ninguém sabe ao certo, mas parece urgente definir com rigor que outras profissionais estão deontologicamente impedidas de fazerem com o seu corpo o que quiserem.

    Mais do que a suspensão, deve colocar-se em causa a recolocação da professora. O receio de alarme social levou a Câmara a retirar a docente do contacto com os alunos e a enviá-la para o arquivo municipal. Ora, o contacto com bibliotecários de óculos grossos que não vêem uma pessoa do sexo feminino nua desde 1977 não será mais perigoso e socialmente alarmante do que o convívio com jovens?

    Fica a pergunta, para reflexão das autoridades fiscalizadoras da nudez.


    Quarta-feira, 19 de Maio de 2010


    Fonte: http://clix.visao.pt/movimento-uma-playmate-em-cada-turma=f559867

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    quinta-feira, 20 de maio de 2010

    A CHINA DO FUTURO

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    Para nossa reflexão.
    Nestes tempos conturbados em que vivemos.


    Recebi via email o seguinte artigo de opinião (escrito em Portugês do Brasil) de Luciano Pires*.

    «Alguns conhecidos voltaram da China impressionados.
    Um determinado produto que o Brasil fabrica um milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões...
    A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é impressionante.

    Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas.. Com preços que são uma fração dos praticados aqui. Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares.
    Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo. Que acrescidos de impostos e benefícios representam quase 600 dólares. Comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios...
    Hora extra? Na China? Esqueça. O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego, que trabalha horas extras sabendo que nada vai receber...

    Essa é a armadilha chinesa. Que não é uma estratégia comercial, mas de poder.

    Os chineses estão tirando proveito da atitude dos marqueteiros ocidentais, que preferem terceirizar a produção e ficar com o que "agrega valor": A marca.

    Dificilmente você adquire nas grandes redes dos Estados Unidos um produto feito nos Estados Unidos. É tudo "made in China", com rótulo estadunidense.
    Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas de dólares... Mesmo ao custo do fechamento de suas fábricas. É o que chamo de "estratégia preçonhenta".

    Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila as táticas para dominar no longo prazo.
    As grandes potências mercadológicas que fiquem com as marcas, o design... Os chineses ficarão com a produção, desmantelando aos poucos os parques industriais ocidentais.

    Em breve, por exemplo, não haverá mais fábricas de tênis pelo mundo... Só na China. Que então aumentará seus preços, produzindo um "choque da manufatura", como foi o do petróleo.
    E o mundo perceberá que reerguer suas fábricas terá custo proibitivo. Perceberá que se tornou refém do dragão que ele mesmo alimentou ( Vale salientar que o mundo Árabe, é como é, graças aos petrodólares ). Dragão que aumentará ainda mais os preços, pois quem manda é ele, que tem fábricas, inventários e empregos... Uma inversão de jogo que terá o Impacto de uma bomba atômica... Chinesa.

    Nesse dia, os executivos "preçonhentos", tristemente, olharão para os esqueletos de suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando bocha na esquina, para as sucatas de seus parques fabris desmontados. E lembrarão com saudades do tempo em que ganharam dinheiro comprando baratinho dos chineses e vendendo caro a seus conterrâneos...

    E então, entristecidos, abrirão suas marmitas e almoçarão suas marcas. »


    * Luciano Pires é diretor de marketing da Dana (www.dana.com.br) e profissional de comunicação

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