Por aqui e por ali ...

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Presente, num espaço magnífico e num tempo de esperança no futuro!
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

DIA HISTÓRICO

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NOVO CICLO!

Dia histórico, hoje, 24.02.2025.












Um novo ciclo a começar.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2022

A trilhar caminho

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Continuamos a trilhar o nosso caminho, com muito trabalho, esforço e dedicação ...







excerto do CO nº 43 da FPF (22/07/2022).















Boa época para todos.

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quinta-feira, 2 de setembro de 2021

ELITE III (+10)

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Continuamos a dar o nosso melhor labor e saber à causa ...














(excerto do CO 27/FPF).


Boa época para todos.

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segunda-feira, 22 de julho de 2019

ELITE

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Boa época para todos!

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quinta-feira, 25 de abril de 2019

LEIS DO JOGO

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O que muda em 2019/2020...

Tendo como fonte um artigo do Duarte Gomes, no jornal A Bola, de 24.04.2019.




















Vejamos, de forma resumida, o que vai mudar na próxima época:

LEI 3 - OS JOGADORES
  • Um jogador que seja substituído tem que abandonar o terreno de jogo pelo ponto mais próximo que estiver da linha lateral, a menos que o árbitro indique que o faça por outro local (devido a lesão que o justifique, questões de segurança ou se for mais rápido sair pelo meio-campo).

LEI 4 - O EQUIPAMENTO DOS JOGADORES
  • Camisolas interiores podem ser multicolores (ou ter vários padrões) se forem da cor exata das mangas da camisola de jogo.

LEI 5 - O ÁRBITRO
  • O árbitro não pode mudar uma decisão técnica depois do jogo recomeçar, mas em certos casos pode exibir o cartão amarelo ou vermelho ao infrator.
  • No final de uma qualquer parte do jogo, o árbitro pode abandonar o terreno para rever um lance nos ecrãs (que tenha ocorrido antes do fim desse período) ou para pedir aos jogadores que regressem (porque há uma decisão a ser revista). Essa deve ser retificada de imediato, caso se confirme a existência de erro.
  • Os elementos técnicos podem ver cartão amarelo ou vermelho por condutas inapropriadas. Caso não seja possível identificar o autor de comportamento desviante, a respetiva sanção disciplinar será exibida ao «elemento sénior» do banco técnico (regra geral, ao treinador principal).
  • Quando for concedido um pontapé de penálti, o executante pode ser assistido/tratado dentro do terreno de jogo, caso se encontre lesionado.

LEI 7 - A DURAÇÃO DO JOGO
  • Passam a existir duas pausas permitidas durante o jogo: uma para hidratação (máximo de l m) e outra para que os jogadores refresquem (máximo de 3 m).

LEI 8 - O COMEÇO E RECOMEÇO DO JOGO
  • A equipa que vence o sorteio pode agora decidir se dá o pontapé de saída ou se escolhe campo. 
  • Alteração significativa nos procedimentos de lançamento de bola ao solo:
A - Se a bola estiver numa das áreas de baliza no momento da interrupção, a bola ao solo será efetuada para o guarda-redes; Nos outros casos, será efetuada para um jogador da equipa que a tocou em último lugar (no local onde isso aconteceu).
B - Todos os outros jogadores (das duas equipas) têm que estar a uma distância mínima de 4 m.

LEI 9 - A BOLA EM JOGO E FORA DO JOGO
  • Se a bola tocar num elemento da equipa de arbitragem e daí resultar uma perda de posse de bola (de uma equipa para outra), o início de um ataque prometedor ou uma jogada de golo, o jogo será interrompido de imediato e recomeçado com bola ao solo, no local do contacto.

LEI 10 - DETERMINAÇÃO DO RESULTADO DO JOGO
  • Um guarda-redes não pode marcar golo na baliza adversária, se o fizer com as mãos.

LEI 12 - FALTAS E INCORREÇÕES
  • Passa a ser falta o toque com a mão/braço - ainda que não deliberado - que resulte diretamente em golo ou que origine uma clara oportunidade de golo na baliza do adversário. Ou seja. sempre que existir um golo, na baliza adversária, obtido dessa forma -- ainda que após toque meramente acidental ou fortuito - o lance será anulado. 
  • Fica agora escrito que qualquer infração cometida com as mãos, por um guarda-redes e na sua própria área de baliza, nunca é merecedora de cartão amarelo ou vermelho.
Exemplo: Se ele agarrar, sobre a sua linha de baliza, uma bola que lhe tenha sido passada, deliberadamente (com o pé) por um colega de equipa, só é sancionado com pontapé livre indireto.
  • Se um guarda redes - na sequência de um atraso ou de um lançamento lateral executados por colegas na sua direção - pontapeie ou tentar pontapear a bola e não conseguir, pode de seguida agarrá-la com as mãos.
  • O árbitro pode adiar a exibição de um cartão amarelo ou vermelho se a equipa que sofreu a infração optar por executar o pontapé livre rapidamente (quando não pressupõe barreira) e criar uma oportunidade de golo. A respetiva punição disciplinar será efetuada na paragem seguinte. A exceção é se o árbitro entretanto, já tiver iniciado o processo de exibição do cartão (o que provocará a distração dos jogadores).
Nota: Se o lance for passível de cartão vermelho por corte de clara oportunidade de golo e a equipa lesada optou por recomeçar rapidamente a partida, o infrator passará a ser apenas advertido (tal como seria se, nas mesmas condições, o árbitro tivesse aplicado a lei da vantagem).
  • Um cartão amarelo exibido por festejos excessivos (despir a camisola, por exemplo) mantém- se, mesmo que o golo venha depois a ser anulado.
  • A lei passará a elencar quais as situações que darão lugar ao mero aviso, exibição de cartão amarelo ou de cartão vermelho, quando destinados aos elementos dos bancos técnicos
  • Todas as ofensas verbais passarão a ser sempre punidas tecnicamente com pontapé livre indireto.
  • Pontapear um objeto passa a ser punido da mesma forma que o arremessar (contra a bola, colega, adversário, etc).

LEI 13 - PONTAPÉS LIVRES
  • Assim que um pontapé livre indireto for executado, o árbitro pode baixar o braço que sinalizava publicamente esse recomeço, se for claro que não resultará daí diretamente um golo. 
  • Nos pontapés livres dentro da área de penálti a favor da equipa que defende, a bola passa a entrar em jogo assim que for pontapeada e se mover claramente. Deixa de ser necessário que saia dessa zona para que o jogo recomece.
Nota: Os adversários devem manter-se fora da área até esse recomeço. Se estiverem no seu interior e tocarem ou tentarem disputar a jogada, o pontapé será repetido.
  • Sempre que existir uma barreira de, no mínimo, três jogadores, todos os adversários devem estar, pelo menos, a um metro de distância. Se desobedecerem, a sua equipa será punida com pontapé livre indireto.

LEI 14 - O PONTAPÉ DE PENÁLTI
  • Os postes, a barra transversal e as redes não podem estar a mexer-se quando o pontapé de penálti for executado.
  • No momento da execução, o guarda redes deve ter, pelo menos, parte de um dos pés ou sobre ou na linha de baliza. Não pode é estar nem à frente nem atrás da referida linha.
  • Se ocorrer alguma infração entre o sinal do árbitro para a execução e o pontapé, este terá que ser executado depois de exercida a respetiva ação disciplinar.

LEI 15 - O LANÇAMENTO LATERAL
  • Os adversários devem estar a, pelo menos, dois metros do local onde é executado o lançamento lateral, mesmo que este seja feito mais para atrás.

LEI 16 - O PONTAPÉ DE BALIZA
  • A bola entra em jogo assim que é pontapeada e se mova claramente. Não é necessário que saia da área de penálti.
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segunda-feira, 8 de abril de 2019

A Realidade - II

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Mais uma realidade, neste caso a A. F. Aveiro.

Assisti, na semana passada, a uma apresentação muito resumida da realidade da AF Aveiro feita pelo seu Presidente.
















Arménio Pinho - Presidente AFA

Eixos estratégicos:

















Alguns dados macro:
















e de atividade:


de que ressalta o número de árbitros: 500.

Ou seja:
  • média de (+-) 0,82 jogos por árbitro, por semana
  • média de (+-) 26 jogos por árbitro, por época

Afinal...

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sábado, 30 de março de 2019

RLO

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Aveiro - Portugal, de 22 a 30 de março de 2019.

Também estive lá...




















Obrigado Hugo.

Parabéns a todas as seleções participantes e, em especial, a Portugal pela passagem à Final.
















https://www.fpf.pt/News/Todas-as-not%C3%ADcias/Not%C3%ADcia/news/20942

https://www.youtube.com/watch?v=Q_bemfpduM0

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

terça-feira, 28 de março de 2017

Football Talks

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A FPF organizou pela terceira vez no Estoril.um dos maiores eventos mundiais sobre futebol, com um naipe de oradores de luxo e com um indesmentível sucesso.

Parabéns à FPF!!!

Temas e conceitos mais abordados, reforçando a visão integradora do futebol:
- inclusividade
- identidade
- o conflito entre tradição e inovação, entre história e modernidade
- globalização
- inovação (na organização, científica, tecnológica, felicidade)
- mudança
- responsabilidade social 
- crescimento e desenvolvimento
- Media, tecnologia e emoção



«A mudança mais significativa na história do futebol»

A tão aguardada intervenção de David Elleray, director técnico do International Board, que fez o ponto de situação sobre o recurso às novas tecnologias no auxílio às equipas de arbitragem.

A apresentação de Elleray vincou uma ideia forte: “Interferência mínima para benefício máximo”.



Arbitragem: como melhorar o fator humano?

Pierluigi Collina, presidente do comité de árbitros da FIFA, fez a defesa da componente humana da arbitragem, em complemento à intervenção de David Elleray, sobre o recurso ao vídeo-árbitro.

Considerando que devem ser deixados para recursos tecnológicos aqueles lances onde a margem de apreciação sobre a posição da bola ou o local da falta são de um ou dois centímetros, Collina centrou o fator humano da arbitragem em três pilares de intervenção: condição física, conhecimento das leis e conhecimento do jogo.




















A CONSULTAR:

Day 1: Inclusividade, identidade e inovação
http://www.fpf.pt/pt/News/Todas-as-not%C3%ADcias/Not%C3%ADcia/news/11701

Day 2:  Receitas, tecnologia e visões do futuro
http://www.fpf.pt/pt/News/Todas-as-not%C3%ADcias/Not%C3%ADcia/news/11716

Day 3: O novo Mundial e a defesa de um futebol mais credível
http://www.fpf.pt/pt/News/Todas-as-not%C3%ADcias/Not%C3%ADcia/news/11728

AS MELHORES IMAGENS DO CONGRESSO
http://www.fpf.pt/pt/Galeria/gallery/233



fonte: FPF
http://footballtalks.org/football-talks-2017---pt.html

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quinta-feira, 16 de março de 2017

IMAGINAÇÃO

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Que vos parece....





















ficaram impressionados???

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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

sábado, 13 de agosto de 2016

ÁREA DE ATUAÇÃO

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OBSERVADORES - ÉPOCA 2016/2017


O CA da FPF divulgou, para os Observadores que selecionou, as respetivas áreas de atuação.


Assim, as suas escolhas, para a presente época













relativamente à área de atuação






os Observadores de Coimbra selecionados são:










































que curiosamente são também os elementos da CAV do CA AFC.

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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Ser árbitro ou arbitrar!

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Fonte: http://pmemagazine.com/pme-magazine-edicao-1/








Este artigo de opinião é, como podem constatar, do Duarte Gomes.

Como sempre, um excelente texto.

Mas para além de chamar a vossa atenção para o seu conteúdo, gostaria igualmente de vos pedir uma reflexão rápida sobre o alcance das suas palavras, da essência da sua mensagem.

A GESTÃO DO JOGO é, como desde sempre o venho afirmando e defendendo, a diferença ténue entre o bom e o excelente!
"Entre ser árbitro e arbitrar. Entre usar o apito e dirigir um jogo. Entre dar cartões e disciplinar...."

E, felizmente, existem cada vez mais vozes a afirmá-lo, ainda que, por vezes, a semântica não seja coincidente.


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quarta-feira, 1 de junho de 2016

APAF - TOMADA DE POSSE

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APAF - 2016/2019
Os novos órgãos sociais da APAF para o quadriénio 2016-2019, tomaram posse no dia 30.05.2016, numa cerimónia realizada no auditório 1 da Cidade do Futebol, sede da FPF,  na Cruz Quebrada - Oeiras.







A nova direção, presidida por Luciano Gonçalves, foi empossada pelo Artur Soares Dias, presidente da Assembleia-Geral da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol.

CORPOS GERENTES (eleitos a 20 de Maio de 2016)


Mandatário: Duarte Nuno Pereira Gomes

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL
Presidente: Artur Manuel Ribeiro Soares Dias
Vice-Presidente: Luís Filipe Estrela Maria
Secretário: Nuno Miguel Serrano Tavares Almeida
Suplente: Ana Cristina Rolo Amorim

DIREÇÃO
Presidente: Luciano Pedrosa Gonçalves
Vice-Presidente: Rui Jorge Piteira Rodrigues
Vice-Presidente: Hugo Rodrigues Pacheco
Vogal: José Alberto Graça Borges
Vogal: José Carlos Silva Campos Rodrigues
Vogal: Nuno Miguel Afonso Mendes
Vogal: António Fernando Sousa Dias Gonçalves
Vogal: Luís Alberto Duarte Ferreira
Vogal: Luis Filipe Duarte Brás
Suplente: Paulo Alexandre Rosa Teixeira
Suplente: Hugo Serafim Coelho Silva
Suplente: Roberto Carlos da Silva Rebelo

CONSELHO FISCAL
Presidente: Nuno Miguel Costa Bogalho
Secretário: Pedro Miguel Marques Peixoto
Relator: João Miguel Marques Rodrigues
Suplente: Adão Alberto Azevedo

CONSELHO DEONTOLÓGICO E DISCIPLINAR
Presidente: Hugo Filipe Ferreira Campos Moreira Miguel
Secretário: João Pedro da Silva Pinheiro
Vogal: Rui Licínio Barbosa Tavares
Suplente: Joaquim Alberto Silva Jesus


Desejos de bom trabalho a esta equipa agora empossada. 
Os seus sucessos, serão os nossos!
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sábado, 26 de dezembro de 2015

GESTÃO DO JOGO?

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JORNAL PÚBLICO, 26.12.2015

 Por merecer uma leitura mais demorada, transcrevo um artigo do jornal Público de hoje (link no final).

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Quando o autocontrolo ajuda a controlar o jogo

NUNO SOUSA 26/12/2015 - 08:29

A função de árbitro continua a atrair milhares de interessados em Portugal, com os números a crescerem 40,1% desde 1996. De onde vem esse apelo? E que ferramentas, para além das regras, devem dominar? O PÚBLICO foi procurar respostas.

O máximo a que podem aspirar num jogo é passarem despercebidos. Essa é a vitória possível num tabuleiro em que mesmo as decisões acertadas que tomam desagradam a uma das partes. Aqui, neste núcleo restrito, a palavra-chave é discrição. O protagonismo é para os outros. Para os atletas, claro, para os treinadores, algumas vezes para os dirigentes, nem sempre pelas melhores razões. Ser árbitro é, num certo sentido, respirar autoconfiança. Como tão bem fazia o italiano Pierluigi Collina, autor de uma das melhores definições para a função: “O melhor árbitro é aquele que tem coragem de tomar decisões, mesmo quando seria mais fácil não as tomar".

O que leva, então, alguém a optar por uma carreira na arbitragem, especialmente num país em que a cultura desportiva deixa muito a desejar?
A pergunta tem resposta na primeira pessoa, nos testemunhos publicados nas páginas que se seguem, mas os números ajudam pelo menos a perceber que o fenómeno tem angariado adeptos ao longo dos anos. Desde 1996, ano em que o Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ) começou a disponibilizar dados segmentados sobre o sector, o total de árbitros e juízes federados aumentou 40,1%, de 9470 para 13.350 em 2014. Se o termo de comparação for a última década, o acréscimo é de 1077 elementos. É verdade que, ao longo destes 18 anos, houve algumas oscilações (com um pico de 16.395 em 2009), mas a tendência geral é de efectivo crescimento.

Walter Broeckx, um árbitro de futebol belga que escreve regularmente análises sobre prestações dos juízes, com especial enfoque nos jogos da Premier League, deixa três conselhos simples para se desempenhar a função: nunca desistir, manter a concentração e, com uma pitada de humor, ser-se surdo. Mas o trabalho psicológico por detrás de uma boa actuação é muito mais profundo.

Pedro Almeida, psicólogo do Desporto e docente no ISPA (Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida), ajuda-nos a reflectir sobre o tema: “Em primeira linha, é preciso ter em conta questões relacionadas com o controlo emocional, por forma a evitar emoções menos favoráveis ao rendimento desportivo. Depois, questões de foco atencional. É fundamental um árbitro estar focado num conjunto de aspectos relevantes e não noutras coisas acessórias. E isso cruza-se com o aspecto anterior. Muitas vezes são as emoções que o vão fazendo dispersar”, expõe, em conversa com o PÚBLICO, aludindo “às pistas relavantes da tarefa”, à necessidade de não ficar retido no erro anterior.

A estas duas vertentes juntam-se, naturalmente, a capacidade de tomada de decisão (é crucial adquirir mecanismos de julgamento), a gestão da motivação (ser capaz de ir formulando objectivos para si próprio para se manter activo), o domínio da autoconfiança (“o excesso ou falta de autoconfiança podem ser prejudiciais”, explica Pedro Almeida) e, por fim, a questão de comunicação (a forma como o árbitro se relaciona com os outros). “É importante conseguir ler as emoções dos outros, pôr a inteligência emocional ao serviço da comunicação”, completa.

Há uma abordagem, porém, que o investigador de Psicologia do Desporto considera nuclear e que servirá de base de partida para a prestação dos juízes: a filosofia de actuação. “Parece-me fundamental definir os valores que se gostaria de defender enquanto árbitro e a linha que não se está disposto a cruzar. Este é um aspecto central”.

O volume de competências
De entre o conjunto de federações consideradas pelo IPDJ, a que rege o futebol, o futsal e o futebol de praia é a que reúne um maior número de árbitros. Foram 3383 no ano passado, sendo que a segunda disciplina com maior número de juízes, o atletismo, agrega menos de metade: 1561.  

José Neto, licenciado em Educação Física e Mestre em Psicologia Desportiva, ajudou, no final da década de 1990, a organizar e sistematizar os centros de treino para a arbitragem, com relva sintética, para simular as condições de jogo. Às componentes mentais, o também formador da UEFA anexa a importância da condição física: “Um árbitro corre 11 ou 12 km por jogo, em corrida lenta e rápida, à frente e à retaguarda, por isso há condicionantes que têm de ser trabalhadas, como a capacidade de resistência. Trabalha-se, por exemplo, com a frequência cardíaca. Há muitos dados de investigação nesta área”.

Estas são as especificidades do futebol, mas há princípios que se aplicam de forma transversal. “É preciso capacidade de resistência ao conflito, juntar à competência técnica o valor humano. E trabalhar a autoconfiança é meio caminho andado”, expõe José Neto, insistindo na ideia de que um árbitro deverá reunir “um grande volume de competências psicológicas, físicas e fisiológicas”.

A verdadeira avaliação de um desportista, porém, faz-se em campo, no entender do especialista. “A melhor maneira de avaliar um indivíduo é vê-lo a actuar. Percebe-se melhor a personalidade de um árbitro em acção do que falando com ele durante um mês, porque reverte na dinâmica as suas virtudes e defeitos”, explana.

A gestão do fracasso
Mas não são apenas as ferramentas para optimizar a performance que devem ser tidas em conta. O pós-jogo, especialmente quando a actuação choca de frente com as expectativas, merece especial atenção. Lidar com o fracasso e ultrapassar  a desilusão fazem parte do crescimento, mesmo quando os demais mecanismos já estão apurados. 

Da mesma forma que defende que um árbitro não deve expor-se em demasia quando o jogo lhe corre de feição (“O melhor momento para abrilhantar o êxito é curvar-se perante o silêncio”), José Neto também aconselha cautela na gestão do erro. “O árbitro tem de se refugiar no seu sacrário de entendimento pessoal”.

Neste particular, o caminho que resulta para uns é ineficaz para outros, por isso, Pedro Almeida alerta para a necessidade de avaliar caso a caso. “As estratégias de gestão emocional são muito individuais”, sublinha, chamando a atenção para a premência de saber também lidar com o erro que é detectado ainda durante o encontro. “Há dimensões de gestão do pensamento fundamentais para que o árbitro continue a ter a sua performance. A capacidade de gestão do diálogo interno, de empurrar a análise da questão para o final do jogo. Não se pode avaliar a performance enquanto estamos a gerir a performance”, elenca o docente do ISPA.

No fundo, acabamos por regressar quase sempre ao controlo e à gestão das emoções. E para que aprendam a geri-las, acrescenta António Fidalgo, é preciso dar antes o primeiro passo. “O árbitro não está imune a viver os factos de forma emocional e pode ter dificuldade em reconhecer as emoções, que só podem ser controladas depois de reconhecidas”, prossegue o coach, com certificação em Programação Neuro-Linguística .

Fundamental é “não deixar a emoção comandar a razão”, sendo que, para o antigo guarda-redes e posteriormente treinador, é determinante o trabalho que se desenvolve a nível individual para se atingir o “equilíbrio emocional”.
Uma vez atingido este patamar, segue-se o enfoque sobre a optimização dos níveis de concentração e de autoconfiança. “É crucial tomar atenção ao que é principal e desvalorizar o que é acessório. Depois, adequar os comportamentos do árbitro ao contexto. Além de aplicarem as leis, têm também de gerir o jogo, têm de ser capazes de comunicar de forma eficaz com os jogadores”, insiste António Fidalgo.

Quanto mais competentes forem os juízes no domínio desta teia psicológica, mais perto estarão do sucesso e mais capacidade terão para controlar as pressões que sofrem. A pressão, esse “inimigo” que retira a muitos o prazer de apitar, pode pelo menos ser controlada. “Não há nenhum ser humano que esteja totalmente imune a pressões”.


Fonte: http://www.publico.pt/desporto/noticia/quando-o-autocontrolo--ajuda-a-controlar-o-jogo-1718436

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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

HOMENAGEM DO NAF MARQUES BOM

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HOMENAGEM





No decurso do jantar comemorativo do seu XXVIII Aniversário, realizado no passado dia 23 de outubro de 2015 em Coimbra, o Núcleo de Árbitros de Futebol Marques Bom, decidiu promover uma Homenagem aos seus Associados Fernando Ferreira e Luís Ferreira, pelo empenho e dedicação à Arbitragem ao longo de todos estes anos.


















Foi, como calculam, uma muito agradável surpresa, que não posso deixar de agradecer.


Um muito obrigado à Direção do Núcleo, na pessoa do seu Presidente, Bruno Pinto Nunes.
Bem Hajam.

Cá continuaremos a trilhar o nosso caminho, na defesa intransigente do que julgamos melhor para o futuro da arbitragem.












Um agradecimento é devido, também, a todos aqueles que ao longo deste tempo nos ajudaram a percorrer este caminho, pois sem eles seria concerteza muito mais difícil, bem como aos inúmeros amigos que fomos conquistando.

Uma palavra de enorme gratidão e orgulho pela nossa família, que nos tem apoiado sempre ao logo destes anos, mesmo com algum prejuízo familiar, fruto das nossas muitas ausências ...
Especialmente as nossas queridas esposas!!!

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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

MOMENTO HISTÓRICO

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EM COIMBRA

Mas também, estou certo, no resto do país.



















E a conversa entre o observador e os observados, nem precisa (digo eu), de ser (fisicamente) nos balneários, pode ser mesmo noutro local mais calmo e tranquilo. Haverá concerteza situações e jogos em que a visita do observador aos balneários não será muito aconselhável para todos.

Vai ter dores de parto, ha pois vai...
Vão haver problemas, ha pois vão...
Vai haver (os velhos do restelo) quem critique por criticar, ha pois vai ....
Vão haver árbitros e observadores (e dirigentes e adeptos e jogadores e público e ....) a estranhar, ha pois vão...

Mas como diz o velho ditado do marketing: Primeiro estranha-se, depois entranha-se!!!

Haverá naturalmente arestas que, com a prática, se constatará necessário limar. Ajustes a fazer, pessoas, hábitos e comportamentos a ajustar. Mas, estou certo, vamos TODOS no bom caminho.

Parabéns ao CA da AFC pela coragem e visão de futuro demonstrada!

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terça-feira, 22 de setembro de 2015

A iniciar...

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Boa época para todos...!!!










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segunda-feira, 6 de julho de 2015

PORTUGAL NA UEFA

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UEFA - 2015/2019

A UEFA divulgou a composição dos seus órgãos dirigentes para o período de 2015 a 2019. 

De entre os inúmeros cargos dirigentes, temos alguns ocupados por portugueses. Destacam-se naturalmente o Presidente da FPF, Fernando Gomes, no Comité Executivo e o Pedro Proença no Comité de Arbitragem,




















Parabéns a todos, mas especialmente ao Pedro Proença por mais este patamar elevado, alcançado na sua carreira.


Fonte: www.uefa.com

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