.
.
* Que observa com atenção, atento. Que revela agudeza de espírito e rapidez de compreensão, perspicaz. Cumpridor. Crítico, censor. Que assiste, espetador. (Do latim "observatóre", «id.»). Fonte: www.infopedia.pt
Por aqui e por ali ...
Presente, num espaço magnífico e num tempo de esperança no futuro!
Mostrar mensagens com a etiqueta POESIA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta POESIA. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
quarta-feira, 1 de maio de 2013
MOMENTO POÉTICO
.
TRIGONOMETRIA AMOROSA
Um Quociente apaixonou-se
Um dia
Doidamente
Por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
E viu-a, do Ápice à Base...
Uma Figura Ímpar;
Olhos rombóides, boca trapezóide,
Corpo ortogonal, seios esferóides.
Fez da sua
Uma vida
Paralela à dela.
Até que se encontraram
No Infinito.
"Quem és tu?" indagou ele
Com ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode chamar-me Hipotenusa."
E falando descobriram que eram
O que, em aritmética, corresponde
A alma irmãs
Primos-entre-si.
E assim se amaram
Ao quadrado da velocidade da luz
Numa sexta potenciação
Traçando
Ao sabor do momento
E da paixão
Retas, curvas, círculos e linhas sinusoidais.
Escandalizaram os ortodoxos
das fórmulas euclidianas
E os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas
e pitagóricas.
E, enfim, resolveram casar-se.
Constituir um lar.
Mais que um lar,
Uma Perpendicular.
Convidaram para padrinhos
O Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e
diagramas para o futuro
Sonhando com uma felicidade
Integral
E diferencial.
E casaram-se e tiveram
uma secante e três cones
Muito engraçadinhos.
E foram felizes
Até aquele dia
Em que tudo, afinal,
se torna monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum...
Frequentador de Círculos Concêntricos
Viciosos.
Ofereceu, a ela,
Uma Grandeza Absoluta,
E reduziu-a a um Denominador Comum.
Ele, Quociente, percebeu
Que com ela não formava mais Um Todo,
Uma Unidade.
Era o Triângulo,
chamado amoroso.
E desse problema, ela era a fracção
Mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a
Relatividade.
E tudo que era expúrio passou a ser
Moralidade.
Como aliás, em qualquer
Sociedade.
Autor desconhecido, mas admirável.
Fonte: Recebido via email.
.
TRIGONOMETRIA AMOROSA
Um Quociente apaixonou-se
Um dia
Doidamente
Por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
E viu-a, do Ápice à Base...
Uma Figura Ímpar;
Olhos rombóides, boca trapezóide,
Corpo ortogonal, seios esferóides.
Fez da sua
Uma vida
Paralela à dela.
Até que se encontraram
No Infinito.
"Quem és tu?" indagou ele
Com ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode chamar-me Hipotenusa."
E falando descobriram que eram
O que, em aritmética, corresponde
A alma irmãs
Primos-entre-si.
E assim se amaram
Ao quadrado da velocidade da luz
Numa sexta potenciação
Traçando
Ao sabor do momento
E da paixão
Retas, curvas, círculos e linhas sinusoidais.
Escandalizaram os ortodoxos
das fórmulas euclidianas
E os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas
e pitagóricas.
E, enfim, resolveram casar-se.
Constituir um lar.
Mais que um lar,
Uma Perpendicular.
Convidaram para padrinhos
O Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e
diagramas para o futuro
Sonhando com uma felicidade
Integral
E diferencial.
E casaram-se e tiveram
uma secante e três cones
Muito engraçadinhos.
E foram felizes
Até aquele dia
Em que tudo, afinal,
se torna monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum...
Frequentador de Círculos Concêntricos
Viciosos.
Ofereceu, a ela,
Uma Grandeza Absoluta,
E reduziu-a a um Denominador Comum.
Ele, Quociente, percebeu
Que com ela não formava mais Um Todo,
Uma Unidade.
Era o Triângulo,
chamado amoroso.
E desse problema, ela era a fracção
Mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a
Relatividade.
E tudo que era expúrio passou a ser
Moralidade.
Como aliás, em qualquer
Sociedade.
Autor desconhecido, mas admirável.
Fonte: Recebido via email.
.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
ADEUS
.
Luiz Goes (1933 - 2012)
De seu nome completo, Luiz Fernando de Sousa Pires de Goes, nasceu em Coimbra a 5 de Janeiro de 1933. Faleceu ontem!
Foi hoje a enterrar no Cemitério da Conchada em Coimbra.
Deixo aqui um relato emocionado da cerimónia do enterro:
«« Olha, Luiz, foi muito digno o funeral.
Santa Cruz cheia. As portas abertas de par e par.
Doutores e futricas, povo simples e autoridades, malta das canções e da bola. O Octávio, o Pato, o Moura, os Campos, o Belo e o Marques. Amigos conhecidos, gente anónima. O Edmundo.
No final, o Polybio deu-te um abraço em nome dos colegas de curso, o Carlos conseguiu declamar por entre as lágrimas aquele poema que costumavam cantar juntos.
A Academia esteve representada ao mais alto nível e foram eles que te colocaram por cima a bandeira da Associação.
Cumpriu-se também o teu outro desejo: ouviu-se o «Ó Coimbra do Mondego / E dos amores que eu lá tive...». (Olha, desculpa, disseste que não querias choraminguices, mas eu chorei como uma Maria Madalena, de pé, que o momento era sagrado).
Estava muito calor e várias dezenas de pessoas ao sol no Largo de Sansão. A malta despediu-se de ti à porta da igreja com um F-R-A. E quando o carro fúnebre começou a andar, mesmo atrás de mim, ali para o lado da Carmina, uma jovem já entradota na idade enviou-te um sonoro «Adeus, querido!». E o companheiro dela, não sei de circunstância se da vida, acrescentou de imediato «Faz boa viagem, pá!». Era a Coimbra futrica a saudar-te, coração aberto, alma ao léu.
Foste chorado por muitos daqueles que te admiravam; ou melhor, que te amavam. Porque tu eras, és, a nossa voz. O Alcoforado não tirou os óculos escuros na hora e meia dentro da igreja. E à saída muitos eram os olhos moídos pelas lágrimas. Mas olha, Luiz, acho que quem chorou mais foi o Carlos, esse, esse mesmo, o teu "irmão" das últimas duas décadas.
E pronto. Como bem sabes, partiu o meu ídolo de criança, que só conheci pessoalmente já bem adulto. Mas ficou o Amigo com quem depois tive o privilégio de conviver por aqui e por ali.
Um dia destes reencontramo-nos, Luiz, está bem? »»
Texto de Mário Martins, publicado hoje no facebook.
========================================
Para mim uma das maiores vozes de Coimbra de sempre.
E a mais bela composição:
http://www.youtube.com/watch?v=EXaiJm6W3i0
http://www.youtube.com/watch?v=5oDkmwTlrR0&feature=related
E uma SINGELA, mas SENTIDA HOMENAGEM em:
http://www.rtp.pt/noticias/?article=588191&layout=122&visual=61&tm=4
.
Luiz Goes (1933 - 2012)
De seu nome completo, Luiz Fernando de Sousa Pires de Goes, nasceu em Coimbra a 5 de Janeiro de 1933. Faleceu ontem!
Foi hoje a enterrar no Cemitério da Conchada em Coimbra.
Deixo aqui um relato emocionado da cerimónia do enterro:
«« Olha, Luiz, foi muito digno o funeral.
Santa Cruz cheia. As portas abertas de par e par.
Doutores e futricas, povo simples e autoridades, malta das canções e da bola. O Octávio, o Pato, o Moura, os Campos, o Belo e o Marques. Amigos conhecidos, gente anónima. O Edmundo.
No final, o Polybio deu-te um abraço em nome dos colegas de curso, o Carlos conseguiu declamar por entre as lágrimas aquele poema que costumavam cantar juntos.
A Academia esteve representada ao mais alto nível e foram eles que te colocaram por cima a bandeira da Associação.
Cumpriu-se também o teu outro desejo: ouviu-se o «Ó Coimbra do Mondego / E dos amores que eu lá tive...». (Olha, desculpa, disseste que não querias choraminguices, mas eu chorei como uma Maria Madalena, de pé, que o momento era sagrado).
Estava muito calor e várias dezenas de pessoas ao sol no Largo de Sansão. A malta despediu-se de ti à porta da igreja com um F-R-A. E quando o carro fúnebre começou a andar, mesmo atrás de mim, ali para o lado da Carmina, uma jovem já entradota na idade enviou-te um sonoro «Adeus, querido!». E o companheiro dela, não sei de circunstância se da vida, acrescentou de imediato «Faz boa viagem, pá!». Era a Coimbra futrica a saudar-te, coração aberto, alma ao léu.
Foste chorado por muitos daqueles que te admiravam; ou melhor, que te amavam. Porque tu eras, és, a nossa voz. O Alcoforado não tirou os óculos escuros na hora e meia dentro da igreja. E à saída muitos eram os olhos moídos pelas lágrimas. Mas olha, Luiz, acho que quem chorou mais foi o Carlos, esse, esse mesmo, o teu "irmão" das últimas duas décadas.
E pronto. Como bem sabes, partiu o meu ídolo de criança, que só conheci pessoalmente já bem adulto. Mas ficou o Amigo com quem depois tive o privilégio de conviver por aqui e por ali.
Um dia destes reencontramo-nos, Luiz, está bem? »»
Texto de Mário Martins, publicado hoje no facebook.
========================================
Para mim uma das maiores vozes de Coimbra de sempre.
E a mais bela composição:
http://www.youtube.com/watch?v=EXaiJm6W3i0
http://www.youtube.com/watch?v=5oDkmwTlrR0&feature=related
E uma SINGELA, mas SENTIDA HOMENAGEM em:
http://www.rtp.pt/noticias/?article=588191&layout=122&visual=61&tm=4
.
domingo, 19 de agosto de 2012
Um HINO á ALEGRIA
.
ESPETACULAR!
Basta um click para ver algo, de todos e para todos!
... Passe a publicidade, claro.
.
ESPETACULAR!
Basta um click para ver algo, de todos e para todos!
... Passe a publicidade, claro.
.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Camões (o Poeta)
.
Uma possível interpretação, do seguinte trecho de poema de Camões:
"Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer".
é a que se segue:
"Ah! Camões, se vivesses hoje em dia,
tomarias uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Comprarias um computador,
consultarias a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!"
COMENTÁRIO:
Fonte: Recebido por email
.
Uma possível interpretação, do seguinte trecho de poema de Camões:
"Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer".
é a que se segue:
"Ah! Camões, se vivesses hoje em dia,
tomarias uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Comprarias um computador,
consultarias a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!"
COMENTÁRIO:
Pode ser que, pela primeira vez, depois de mais de 500 anos, alguém tenha entendido completamente qual era a ideia de Luis Vaz de Camões.
Que vos parece?
Que vos parece?
Fonte: Recebido por email
.
domingo, 6 de março de 2011
Poesia - Vol II
quinta-feira, 1 de abril de 2010
sábado, 20 de março de 2010
Poesia
.

Amizade
O que é a Amizade?
É um sonho, uma ficção?
Será que é uma realidade?
Ou uma mera ilusão?
Em tempos antigos
Era verdadeira
E quem tinha amigos
Era para a vida inteira
Hoje quem a tiver
Guarde-a firmemente
Pois se não o fizer
Ela foge de repente.


www.chiadoeditora.com
.
Clarísse Patrício, minha amiga de longa data (desde os tempos da ASC), apresentou hoje o seu primeiro livro de Poesia. Livro singelo de mas de enorme significado, para ela e para os amigos.

Apenas um pequeno exemplo da bela poesia que a Clarísse nos apresenta:
Amizade
O que é a Amizade?
É um sonho, uma ficção?
Será que é uma realidade?
Ou uma mera ilusão?
Em tempos antigos
Era verdadeira
E quem tinha amigos
Era para a vida inteira
Hoje quem a tiver
Guarde-a firmemente
Pois se não o fizer
Ela foge de repente.
A apresentação decorreu no Café Santa Cruz - Coimbra.

As honras da "casa" estiveram a cargo do Jorge (marido) e da D. Berta Tavares (livreira - proprietária da Livraria 115).

Por último referir que a obra foi editada pela Chiado Editora e que estará à venda na Livraria 115 em Coimbra (pelo menos).
www.chiadoeditora.com
.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





