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domingo, 1 de maio de 2016

A PLURAL - Obras da nova Sede (II)

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E as obras continuam....

Em muito bom ritmo ;-)





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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

A PLURAL - Obras da nova Sede

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É MESMO VERDADE!!!!

As obras já começaram e vão a bom ritmo ....













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domingo, 29 de novembro de 2015

SERÁ DESTA?

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Que as obras se vão iniciar???














O terreno já está todo "tapado" com as placas que se podem ver na foto de hoje, 29.11.2015.

Recordo que, supostamente,vão decorrer obras para a implementação das Futuras Instalações do Edifício Sede e Armazém de Logística da "A PLURAL - COOPERATIVA FARMACÊUTICA, CRL".


Vamos aguardar, com tranquilidade, os próximos desenvolvimentos.



Fontes:
http://www.plural.pt
https://www.youtube.com/embed/Db_1jo4hclk

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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Reabilitação urbanística

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Plural investe 11 milhões de euros em sede e armazéns em Coimbra...

A cooperativa farmacêutica Plural anunciou o investimento de entre 10 a 11 milhões de euros na transferência da sede e armazéns em Coimbra para a antiga Fábrica da Cerveja. As obras deverão arrancar em Setembro e ficar concluídas no segundo semestre de 2017.












Em declarações à agência Lusa, Miguel Silvestre, presidente da cooperativa, refere que o investimento nas novas instalações deve-se ao crescimento da empresa, que registou em 2014 uma facturação de 194 milhões de euros e um crescimento de 9%.
A Plural irá manter a fachada do antigo edifício, onde pretende instalar escritórios e toda a área social. Paralelamente, atrás do edifício, será construída de raiz um infra-estrutura para toda a operação de armazenamento e distribuição de medicamentos para todo o país.
O concurso para construção da infra-estrutura deverá arrancar este mês, sendo que o arranque das obras está previsto para Setembro.
A Plural resulta da operação de fusão por incorporação da Cofarbel e Farcentro na Farbeira. A empresa tem plataformas logísticas em Faro, Montijo, Santa Maria da Feira, Covilhã e Caldas da Rainha e conta com um sistema automatizado para aviamento de encomendas.

Veja o video do projecto aqui.


Fontes: 

  • http://www.logisticamoderna.com/noticias/914-plural-investe-11-milhoes-de-euros-em-sede-e-armazens-em-coimbra
  • http://plural.pt
  • http://sicnoticias.sapo.pt/programas/abandonados/2015-06-14-Fabrica-de-cerveja-de-Coimbra

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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

FINALMENTE!!!

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BOAS NOTÍCIAS....























Fonte: Jornal "Diário de Coimbra" de hoje.

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A Fábrica de Cerveja de Coimbra nasceu em 1930 e fechou em 2002.

Teve um papel muito importante na formação da actual SCC – Sociedade Central de Cervejas em 1934, que surge da associação da Companhia Produtora de Malte e Cerveja Portugália, da Companhia de Cervejas Estrela, da Companhia da Fábrica de Cerveja Jansen e da Companhia de Cervejas de Coimbra.

















 


Fontes:
http://www.cacadevolutos.pt/fabrica-de-cerveja-de-coimbra
https://sites.google.com/site/faceocultadeportugal/centro/fabrica-de-cervejas-de-coimbra
http://encontrogeracoesbnm.blogspot.pt/2011/02/documentario-sobre-fabrica-de-cerveja.html
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=mDBkPGgNraA
http://www.lugaresesquecidos.com/forum/viewtopic.php?f=13&t=78
http://www.forumbtt.net/showthread.php?31515-Central-de-Cerveja-abandonada-em-Coimbra-(contem-45-fotos)
http://mikoslab.blogspot.pt/2013/01/fabrica-de-cerveja-de-coimbra.html
http://restosdecoleccao.blogspot.pt/2010/07/cervejas-em-portugal.html

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

GRUPO EDP

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Já somos 100% privados.
Ou não?






































O Estado vendeu os 4,144% que ainda detinha na EDP a investidores institucionais por 356,1 milhões de euros.

A Parpública concluiu ontem a saída definitiva do Estado do capital social da EDP, com a venda da fatia de 4,144% que ainda detinha na empresa por 356,1 milhões de euros. A holding do Estado conseguiu 2,35 euros por acção, abaixo dos 2,42 euros com que a EDP encerrou a sessão de quarta-feira no PSI20.

Fontes:
http://www.publico.pt/economia/noticia/estado-sai-em-definitivo-da-edp-1584440
www.asbeiras.pt


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quinta-feira, 15 de março de 2012

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Atualidade

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Impostos nos Países Baixos.

Estamos saturados de manhosos, desconfiados de moralistas, estamos sem ídolos, sem heróis, estamos encandeados pelos faróis dos que saltam para o lado do bem para escapar à turba contra o mal. Quando apanhamos, abocanhamos. Estraçalhamos. Somos uma multidão furiosa. Às vezes, erramos. A família Soares dos Santos não está a fugir aos impostos. Mesmo se vai fugir ao País.

Só há um antídoto contra a especulação: a informação. É assustador ver tanta opinião instantânea sobre o que se desconhece. A sede de vingança tomou o lugar da fome de justiça. O problema não está na rua, nas redes sociais, nas esquinas dos desempregados. Está em quem tem a obrigação de saber do que fala. Do Parlamento, de Ana Gomes, de António Capucho, dos que pedem boicotes ao Pingo Doce (para comprar onde, já agora? No Continente da Sonae que tem praças na Holanda? No Lidl, que as tem na Alemanha?).

A decisão da família Soares dos Santos pode ser criticada mas não pelas razões que ontem se ouviu. A Jerónimo Martins não vai pagar menos impostos. E a família que a controla também não - até porque já pagava poucos.

Uma empresa tem lucro e paga IRC; depois distribui lucro pelos accionistas, que pagam IRC (se forem empresas) ou IRS (se forem particulares). Neste caso, a Jerónimo continua a pagar o mesmo IRC em Portugal (e na Polónia); o seu accionista de controlo, a "holding" da família Soares dos Santos, transferiu-se para a Holanda. Por ter mais de 10% da Jerónimo, essa "holding" não pagava cá imposto sobre os dividendos e continuará a não pagar lá. Já quando essa "holding" paga aos membros da família, cada um pagaria 25% de IRS cá - e pagará 25% lá. Com uma diferença: 10% são para a Holanda, 15% para Portugal.

Porque tomou a família uma decisão que, sendo neutra para si, prejudica o Estado português? Pela estabilidade e eficácia fiscal de lá, que bate a portuguesa. Pelo acesso a financiamento, impossível cá. E porque a família tem planos de crescimento que não incluem Portugal.

Aqueles que se escandalizaram ontem deviam ter-se comovido também quando, há um par de meses (como aqui foi escrito), a Jerónimo anunciou como iria investir 800 milhões de euros em 2012: 400 milhões da Colômbia, 300 na Polónia... e 100 milhões em Portugal. Isto sim, é sair de Portugal. E quando a Jerónimo investir na Colômbia, provavelmente vai fazê-lo também através da Holanda, onde se paga menos. Estes são problemas diferentes dos que ontem foram enunciados: a falta de atracção de investimento de Portugal; e a instabilidade fiscal, que muda leis como quem muda de camisa, afastando o capital.

A família Espírito Santo tem sede no Luxemburgo. Belmiro lançou a OPA à PT a partir do Holanda. O investimento estrangeiro é feito de fora. Isabel dos Santos investe na Zon a partir de Malta. Queiroz Pereira tem os activos estrangeiros separados de Portugal. António Mota desabafa há dias que pode ter de criar uma sede fora de Portugal só para que a banca lhe empreste dinheiro. E a família Soares dos Santos tem um plano que não nos contou mas que ainda nos vai surpreender - feito com bancos estrangeiros e a partir da Holanda, que é uma plataforma fiscal mais favorável à internacionalização para fora do espaço europeu, uma vez que não há dupla tributação da Holanda para e do resto do mundo.

O que custa a engolir não é que Soares dos Santos tenha cortado o passado com Portugal, esse mantém-no e continua a pagar impostos. É que tenha cortado o futuro. É que tenha decidido investir fora daqui porque aqui não tem por onde crescer, para procurar lucros fora de Portugal, criar postos de trabalho fora de Portugal e, então sim, pagar impostos desse futuro fora de Portugal. Pensando bem, esse é um grande problema e é um problema nosso. Mas investir fora do País não é traição. É apenas desistir dele. E a Jerónimo já partiu para a Polónia há muitos, muitos anos - ou ninguém reparou?

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Editorial do Jornal de Negócios, de 3/1/2012, da autoria do seu Diretor, Pedro Santos Guerreiro.
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quinta-feira, 20 de maio de 2010

A CHINA DO FUTURO

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Para nossa reflexão.
Nestes tempos conturbados em que vivemos.


Recebi via email o seguinte artigo de opinião (escrito em Portugês do Brasil) de Luciano Pires*.

«Alguns conhecidos voltaram da China impressionados.
Um determinado produto que o Brasil fabrica um milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões...
A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é impressionante.

Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas.. Com preços que são uma fração dos praticados aqui. Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares.
Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo. Que acrescidos de impostos e benefícios representam quase 600 dólares. Comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios...
Hora extra? Na China? Esqueça. O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego, que trabalha horas extras sabendo que nada vai receber...

Essa é a armadilha chinesa. Que não é uma estratégia comercial, mas de poder.

Os chineses estão tirando proveito da atitude dos marqueteiros ocidentais, que preferem terceirizar a produção e ficar com o que "agrega valor": A marca.

Dificilmente você adquire nas grandes redes dos Estados Unidos um produto feito nos Estados Unidos. É tudo "made in China", com rótulo estadunidense.
Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas de dólares... Mesmo ao custo do fechamento de suas fábricas. É o que chamo de "estratégia preçonhenta".

Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila as táticas para dominar no longo prazo.
As grandes potências mercadológicas que fiquem com as marcas, o design... Os chineses ficarão com a produção, desmantelando aos poucos os parques industriais ocidentais.

Em breve, por exemplo, não haverá mais fábricas de tênis pelo mundo... Só na China. Que então aumentará seus preços, produzindo um "choque da manufatura", como foi o do petróleo.
E o mundo perceberá que reerguer suas fábricas terá custo proibitivo. Perceberá que se tornou refém do dragão que ele mesmo alimentou ( Vale salientar que o mundo Árabe, é como é, graças aos petrodólares ). Dragão que aumentará ainda mais os preços, pois quem manda é ele, que tem fábricas, inventários e empregos... Uma inversão de jogo que terá o Impacto de uma bomba atômica... Chinesa.

Nesse dia, os executivos "preçonhentos", tristemente, olharão para os esqueletos de suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando bocha na esquina, para as sucatas de seus parques fabris desmontados. E lembrarão com saudades do tempo em que ganharam dinheiro comprando baratinho dos chineses e vendendo caro a seus conterrâneos...

E então, entristecidos, abrirão suas marmitas e almoçarão suas marcas. »


* Luciano Pires é diretor de marketing da Dana (www.dana.com.br) e profissional de comunicação

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

JTF

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JOSÉ TAVARES & FILHOS, LDA.




Estive presente na inauguração da nova sede da empresa, José Tavares & Filhos, Lda. Desde já o meu agradecimento por me considerarem um, de entre os vossos inúmeros amigos.

É também como o maior orgulho e satisfação pessoal que constato que pessoas amigas, algumas delas já de 35 anos de convívio, têm sucesso nas suas vidas pessoais e profissionais.



Não foi pois de estranhar que os discursos "oficiais" tenham realçado as suas qualidades, de lealdade, honestidade, profissionalismo e ética nos negócios. Até porque, quer o Sr. Vice-Presidente da CMC, quer o Sr. Governador Civil, não deixaram de enaltecer a história e o contributo da empresa para a Cidade e o Distrito.



Votos sinceros de muito sucesso! E que venham, pelo menos, mais (35x) 35 anos....


www.josetavaresfilhos.com

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