Por aqui e por ali ...

Por aqui e por ali ...
Presente, num espaço magnífico e num tempo de esperança no futuro!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

AFC - Tomada de Posse

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A Cerimónia da Tomada de Posse dos Corpos Gerentes da Associação de Futebol de Coimbra, eleitos para o quadriénio 2009-2013, realizou-se no passado dia 20 de Junho de 2009 (sábado), no Marialva Park Hotel, em Cantanhede.




Os vários Órgãos agora empossados mantiveram, na sua essência, os anteriores elementos em funções.

O "novo" Conselho de Arbitragem tem a seguinte constituição:





Como nota de maior realce apenas a "despromoção" do anterior 2º Vice-Presidente, para "simples" Vogal, e a "promoção" do anterior Secretário, a 2º Vice-Presidente.

De resto, saudar a entrada de 2 novos elementos (jovens nestas andanças): O Rui Tavares, para Secretário, e o José Monteiro, para Vogal.

Desejo a todos as maiores felicidades e bom trabalho, em prol da Arbitragem.

Fonte: http://www.fpf.pt/portal/page/portal/PORTAL_FUTEBOL/COIMBRA/COIMBRA_ASSOCIACAO/NOTICIA?notid=5528264

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sexta-feira, 19 de junho de 2009

MAIS OUTRO ....

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PARABÉNS, LUÍS ALBERTO DUARTE FERREIRA.





Mais um PRIMEIRO LUGAR!!!

Desta vez na classificação da 2ª Categoria dos Observadores de Futebol 11, dos quadros da FPF.





Mais uns "amigos" que arranjou (e inimigos também, principalmente os invejosos ...).





Quem trabalha e luta por um ideal e uma causa, mais cedo ou mais tarde é recompensado....

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sábado, 13 de junho de 2009

Mais um ....

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... futuro, bom chefe de família, claro!!!


Um BENFIQUISTA!


É o DANIEL CARVALHO.



E os pais babados (ainda bem que pagaram o jantar).


A todos eles, os desejos das maiores FELICIDADES.

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De onde menos se espera ....

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... Sai um Árbitro ... ou um grande Jogador ....






Ainda dizem que não se nasce para ser Árbitro!

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terça-feira, 2 de junho de 2009

Guitarra Portuguesa

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Por aqui também se "trilham" novos caminhos, para a Guitarra Portuguesa.


O Mestre em acção:





O Rui Vinagre (que tenho a honra e o prazer de conhecer pessoalmente) e amigos:




THE NEW PATHS OF THE PORTUGUESE GUITAR

The project TRILHOS -- "Novos Trilhos da Guitarra Portuguesa" (Paths -- "The New Paths of the Portuguese Guitar"), had its formalized beginning in the year 2002, resulting from the joining of four musicians with experience in different areas of Portuguese music. The Portuguese guitar played by Rui Vinagre talks with Quiné on percussion, Miguel Calhaz on the double bass and Marco Figueiredo on the piano.

The repertory combines original themes from the musicians, some with more than ten years of existence, in a fusion of instruments and styles, on a setting of ambiences, sometimes improvised, in paths, that go from jazz to Portuguese traditional music, in an innovative proposal on the scenery of the Portuguese musical culture, and on the performance of the Portuguese guitar.

With this work we intend to divulge this instrument, symbol of national identity, in a musical form not very common, in which we hope to awake the curiosity of every listener.

Site: www.myspace.com/trilhosdaguitarra

Mail: trilhos.pt@gmail.com


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segunda-feira, 1 de junho de 2009

PROVAS PROMOÇÃO FPF - III







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Eu sei que existe por aí muita gente "incomodada" ....
Também sei que "ganhei" muitos "amigos", agora de repente ...

Venham elas ....


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CLASSIFICAÇÕES F.P.F./L.P.F.P.

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Segundo o blog http://apitodelata.blogspot.com as Classificações dos Árbitros, Árbitros Assistentes e Observadores de Árbitros, dos Quadros da F.P.F., serão divulgadas no respectivo site (www.fpf.pt) no próximo dia 18.JUNHO.2009 (quinta-feira*).

Recorda-se que estas classificações só poderão ser divulgadas, após aprovação em Plenário do Conselho de Arbitragem.

Vamos aguardar pois ....


* - Obrigado JAR pela correcção.
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domingo, 31 de maio de 2009

FPF - Alteração Estatutos II

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Federação Portuguesa de Futebol


30/05/2009 - FUTEBOL

Novo projecto de estatutos começa a ser discutido em AG a 04 de Julho.

O novo projecto de estatutos da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), com as adaptações exigidas pelo Regime Jurídico das Federações Desportivas, vai começar a ser analisado na Assembleia Geral a marcar para 04 de Julho.

A data da sessão magna foi concertada entre a Direcção da FPF e os sócios ordinários, numa reunião preparatória realizada na manhã de hoje, na sede do organismo federativo, em que ficou vincada a necessidade de aprovar o novo modelo de estatutos até 27 de Julho.

É que o despacho regulamentar do novo enquadramento legal publicado em Fevereiro estabelece um prazo de seis meses para que as federações desportivas adaptem os seus estatutos.

O novo Regime Jurídico das Federações Desportivas (Decreto-lei nº 248-B/2008, de 31 de Dezembro), que entrou em vigor a 1 de Janeiro deste ano, rege o funcionamento dos organismos das várias modalidades desportivas e estabelece que as federações tenham de adaptar os estatutos.

Um das alterações introduzidas no regime em vigor prende-se com a redução da representatividade das associações distritais e regionais nas assembleias gerais das respectivas federações desportivas e com a limitação de mandatos consecutivos dos dirigentes dos vários órgãos.


Fonte: Lusa
infordesporto.sapo.pt/Informacao/Modalidades/Futebol/noticiafutebol_futfpfprojectodeestatutos_300509_638440.asp



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sábado, 30 de maio de 2009

JORGE TUNA

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JORGE TUNA: A GUITARRA MÁGICA

Do meu baú das recordações estudantis e a propósito de uma entrevista (cujo título é o acima transcrito) concedida por Jorge Tuna ao Jornal "As Beiras", edição de 1/10/2004.



Esta entrevista mostra o quanto podemos amar uma causa e a ela ser-mos fiéis.

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Como complemento a esta informação, retirei do site http://guitarradecoimbra.blogspot.com (http://guitarradecoimbra.blogspot.com/2005/03/jorge-tuna-guitarra-de-coimbra_18.html) este "pedaço" da história da Guitarra e de Coimbra:


Sexta-feira, Março 18, 2005

Jorge Tuna - A Guitarra de Coimbra. Disco gravado em 1989 e reeditado em CD no ano de 1997 pela etiqueta Jorsom. É um disco com Jorge Tuna novamente no seu esplendor.
Travei conhecimento com as suas primeiras peças, quando andava ainda no Liceu. Como é possível tocar e compor assim, pensava eu! Era um arrebatamento ouvir Jorge Tuna. Com uma dedilhação a raiar a perfeição, era um espanto ouvi-lo, na rádio, tocar aquelas variaçõres do Artur Paredes, como o Ré maior, por exemplo. Soavam-me melhor que tocadas pelo autor! Estavam revestidas de punhos de renda, sem no entanto lhes faltar a força e a garra do Artur Paredes. Que pena não as ter gravado em disco. E as gravações da Emissora Nacional, onde estão? Ouçam-se as "Variações de Coimbra" de Afonso de Sousa. O próprio autor não se coibia de declarar que as tocava melhor que ele. Mas o "Mi menor", o "Lá maior", o "Si menor" e a "Rapsódia de Fados" eram monumentos à Criação. Estava a nascer uma nova “escola". E veio para ficar.
Hoje é vulgar ouvir dizer-se: "toca à Jorge Tuna". E tem três aspectos esta afirmação: pode referir-se ao conteúdo, à maneira de tocar, ou às duas premissas em simultâneo.
Neste disco saliento “Música Breve”; é uma daquelas peças que me faz abstrair de tudo e escutá-la somente. Excitante de início, tranquiliza-nos numa notável passagem a menor e acaba levando-nos ao século dezoito e aos seus alaudistas. Em “Os Saltimbancos” saliento o belíssimo trabalho do meu grande amigo Durval Moreirinhas. Por vezes até se pensa estar perante um guitarrista de formação clássica.
Muito mais haveria para dizer. Estes vinte anos de silêncio de Jorge Tuna não o fizeram perder qualidades. Continua a ser a mesma “escola”. Só os temas são agora mais românticos, mais descritivos.

Vou transcrever o que António Almeida Santos anotou para este disco:

A guitarra portuguesa está longe de um ponto de chegada. É, de facto, um filão por descobrir. Quando tentar a travessia da música clássica, que a homóloga espanhola conseguiu com êxito, pode atingir os longes que atingiu a harpa. Faltou-lhe, até agora, esse mínimo que se deve a um instrumento, que é o ser tocado por quem sabe música e não apenas a sente. Salvo excepções contadas, a guitarra portuguesa tem feito o seu caminho à revelia do solfejo.
Mas quando se a ouve gemer pela mão e pela alma do Jorge Tuna, percebe-se que está nela um “velo de ouro” a conquistar. Não há, neste disco, uma asperidade; nem uma só concessão ao êxito fácil da forma sobre o fundo; nem a tentação do já ouvido, tão frequente na criação musical.
Contribuinte deste resultado é o acompanhamento do Durval Moreirinhas, que trata por tu a viola e conhece como poucos o segredo da sua subalternização à guitarra. A ausência das praxísticas segunda guitarra e segunda viola, se adelgaça o volume dos sons, reforça~lhes a justaposição.
Repete-se, com este disco, o milagre de Orfeu: por momentos, rouba-nos aos infernos da vida. E não menos o milagre sinalagmático do Dr. Fausto: no equador da vida, este professor – médico dos corações – rebela-se contra as rotinas da profissão e cura as resignações do próprio. Só que a coramina é outra: sacode o pó da velha guitarra, desenferruja os dedos e, com surpresa, reencontra intacta a alma.
O que agora criou é do melhor de sempre. E também do melhor de sempre que em Coimbra se fez. Há composições neste registo que vieram para ficar.
Não põem problemas? Não derrubam Bastilhas? É verdade que não! Aquietam revoltas? É verdade que sim!
Mas que ninguém se iluda: a beleza é sempre subversiva.

Biografia de Jorge Tuna (Tirada da capa do disco): Jorge Tuna é Licenciado em Medicina pela Universidade de Coimbra, cidade de onde é natural. Reconhece em Artur Paredes a figura tutelar fundadora da moderna guitarra de Coimbra; inicia em meados de cinquenta a aprendizagem e estudo do instrumento. Sempre acompanhado pelo Durval Moreirinhas, rapidamente atinge, no campo da composição e da execução, níveis pouco comuns no panorama artístico nacional.Enquanto estudante foi membro do Orfeão e da Tuna Académica.; inúmeras digressõe por terras de além fronteira, acompanhando os nomes mais representativos da canção de Coimbra – Zeca Afonso, Sutil Roque, Machado Soares, Adriano Correia de Oliveira e outros. Totalmente absorvido pela sua actividade profissional – professor da Universidade de Lisboa – aceita o desafio de alguns amigos e põe termo a um interregno de 20 anos; quebrado o silêncio, aqui vos deixo a presente obra.

Biografia de Durval Moreirinhas (tirada da mesma capa): Durval Moreirinhas é natural de Celorico de Basto. Com a ajuda e apoio de seu pai, grande amante e conhecedor da música coimbrã, bem cedo se iniciou no campo musical que ainda hoje é o seu – a viola de acompanhamento de fado, balada ou guitarra. Nomes grandes da canção de Coimbra foram por si acompanhados – Luís Goes, Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Machado Soares, António Bernardino, e tantos outros. Também os maiores solistas de guitarra, com maior ou menor incidência temporal, foram por si acompanhados: Jorge Tuna, Eduardo Melo, António Portugal, António Andias, João Bagão, Octávio Sérgio, Fontes Rocha, etc. Fez parte dos grupos de fado que a seu tempo pontificaram nos organismos Académicos – Orfeão e Tuna – actuando em algumas das mais célebres salas de concerto mundiais.: Lincoln Center (N. York), Olympia (Paris), tendo até hoje colaborado em dezenas de gravações de discos e actuado em programas de rádio e televisão nacionais e estrangeiras.

posted by Octávio Sérgio at Sexta-feira, Março 18, 2005

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Tempo de Guitarra - Pauta de uma das suas maravilhosas peças para Guitarra Portuguesa - variante de Coimbra (transcrição de Pedro Pinto, um grande guitarrista da escola de Paulo Soares - Jójó).





Breve biografia, retirada do site do Portal do Fado, e as capas de alguns dos seus CD já editados.





Vamos pois ficar a aguardar por mais novidades, deste grande guitarrista da Escola de Coimbra.

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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Questão Técnica - I

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LEIS E REGULAMENTOS

Questionei o professor Jorge Pombo (Coordenador da CAT de Fut 11 da FPF) este fim de semana, e ele, como é seu apanágio, fez o favor de responder acerca de uma questão técnica em que tinha algumas dúvidas:

  • Num pontapé de grande penalidade a bola entra em jogo e rebenta (antes de chegar á baliza e/ou ao guarda-redes). O que deve fazer o árbitro?

RESPOSTA
  • Como não existe nada escrito sobre esta situação, devemos seguir o entendimento da FIFA/UEFA (que segundo o professor tem cerca de 40 anos) que é:
  • A bola deve ser considerada defeituosa no momento do pontapé, ou seja, é do acto de pontapear a bola que resulta a sua deformação.

CONSEQUÊNCIAS
  • Quer seja em tempo normal de jogo ou em prolongamento de tempo, quer seja para achar o vencedor de uma eliminatória, deve-se repetir o respectivo pontapé.

Espero ter ajudado a esclarecer algumas dúvidas, de alguém que, como eu, estava "preocupado"!!!

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