Por aqui e por ali ...

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Presente, num espaço magnífico e num tempo de esperança no futuro!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Opiniões

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PROPOSTAS.


O agora colunista oficial do Jornal "O Jogo", Pedro Henriques, publica na edição de hoje este texto em que aponta algumas melhorias que, na sua opinião, as Leis do Jogo deveriam passar a contemplar.

Texto de Pedro Henriques - O Jogo (24/8/2010)























Não sendo de todo novidade - algumas delas já outros as vem defendendo há longo tempo (onde também me incluo) - não deixam de ser também mais algumas achegas ao tema.


Que vos parecem?

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terça-feira, 17 de agosto de 2010

NAF Marques Bom - Coimbra

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Session Study - 21/8/2010 (Sábado).


PROGRAMA

Programa do evento
























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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

A 33ª Equipa

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GARANTIR A IMPARCIALIDADE E A VALORIZAÇÃO DO FUTEBOL.


A Arbitragem é a 33ª Equipa da L.P.F.P..
Como todas as outras, temos os nossos valores, a nossa missão, a nossa visão e os nossos objectivos.


ARBITRAGEM


Missão
Garantir a imparcialidade e a valorização do futebol.

Visão
Ser uma das 5 mais competitivas arbitragens da Europa.


Valores
Parceria, Excelência, Paixão, Transparência e Compromisso Social,




Decorreu em Fátima, de 23 a 25 de Julho de 2010, a 1ª Acção de Avaliação e Aperfeiçoamento de Observadores da 1ª Categoria Nacional.

Os trabalhos, apesar de intensos, correram pelo melhor, pelo menos para os Observadores de Coimbra.

O que nos solicitaram é que, em cada jogo, façamos a seguinte reflexão, aquando da atribuição da nota e elaboração do respectivo Relatório Técnico:
  • A arbitragem deste jogo garantiu a imparcialidade?
  • Acrescentou valor ao futebol?
  • Melhorou a imagem da arbitragem?
E é pois, com base neste enquadramento e com as orientações que nos foram transmitidas que procuraremos todos, disso estou certo, prestar um melhor serviço ao Futebol e à Arbitragem.


Julgo que pela 1ª vez na História da FPF e da LPFP, estão em actividade simultânea dois  Irmãos, Observadores da 1ª Categoria Nacional, sendo que ambos tiveram o mesmo percurso "ascensional": 2 Anos no Distrital (neste caso da AF Coimbra), subida para a 2ª Categoria Nacional e subida (no final desse ano) à 1ª Categoria Nacional.


Fernando Ferreira, Domingos Gomes (Vogal da CA) e Luís Ferreira




















De notar que em todo este percurso foram sendo prestadas provas intercalares, com classificação final, e finais de promoção ao escalão superior (à excepção da promoção à 1ª Categoria Nacional).

Pelo menos o Topo, nós já o alcançámos.
Que venha alguém fazer melhor, para o bem de todos!
Quando for caso disso, também saberemos descer a montanha.


Os desejos de uma boa época, para todos!

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

NAF Marques Bom - Coimbra

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PROMETE!

Sessão a decorrer em simultâneo: FUTEBOL 11 e FUTSAL.

Julgo que não devem perder esta oportunidade!
Não só porque vai ter conferencistas/monitores/amigos de enorme capacidade técnica e com uma grande capacidade pedagócio/formativa, mas também porque permite uma melhor preparação para a nova época.




























Nota: Soube, mas sem ter conseguido confirmar junto da Direcção, que haverá uma surpresa no final da sessão.

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Questão Técnica - VII

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PENALTY KICK!


Voltando à vaca fria ... antes que aqueça.

Saiu hoje o CO FPF nº 41 - Alterações às Leis do Jogo Futsal, por tradução da Circular nº 1234 da FIFA, de 15 de Julho de 2010.

Ora quando se refere á LEI 14 – PONTAPÉ DE GRANDE PENALIDADE, diz textualmente o seguinte (e passo a citar):

«Se, após o pontapé de grande penalidade ter sido executado:
- a bola rebentar ou se deformar enquanto está em jogo e não tiver antes tocado os postes da baliza, a barra transversal ou outro jogador:
 

· O pontapé é repetido»

Fim de citação.

Pelo menos no Futsal a questão já está esclarecida, pela FIFA.

Vamos aguardar pois por noticias esclarecedoras, em relação ao Futebol de 11...

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Afinal sempre houve resposta para o "porquê?" das crianças!

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A melhor resposta para dar às crianças quando as mandamos fazer qualquer coisa e nos perguntam "PORQUÊ mãe/pai?"

MÃE/PAI: VAI JÁ ARRUMAR O TEU QUARTO!
FILHO/A: Não vou!!!
MÃE/PAI: Tens de ir!  Eu estou a mandar!
FILHO/A: E porque é que tenho de fazer o que você/tu dizes?
MÃE/PAI: Porque está no Código Cívil Português, ARTIGO 128º!!!.


Código Civil Português
ARTIGO 128º - Dever de obediência
Em tudo o quanto não seja ilícito ou imoral, devem os menores não emancipados obedecer a seus pais ou tutor e cumprir os seus preceitos.


Fonte: Enviado por email.

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terça-feira, 27 de julho de 2010

Leis Universais para Engenheiros Ingénuos

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Do "Blog do Manel"


Leis Universais para Engenheiros Ingénuos, do Comité de Recomendações Práticas, da Sociedade Internacional de Engenheiros Filósofos.

  1. Em qualquer cálculo, qualquer erro que se possa introduzir, introduzir-se-á.
  2. Qualquer erro em qualquer cálculo irá na direcção do maior dano possível.
  3. Em qualquer fórmula, as constantes (especialmente as que se obtêm nos manuais de engenharia) devem ser tratadas como variáveis.
  4. A dimensão mais vital de qualquer plano ou desenho é a que tem mais probabilidades de ser omitida.
  5. Se apenas uma requisição puder ser assegurada para qualquer projecto, o preço estará para além do razoável.
  6. Se uma instalação de teste funcionar perfeitamente, toda a produção de unidades subsequentes funcionará mal.
  7. Todas as promessas de entrega devem ser multiplicadas por um factor de 2.0.
  8. As maiores alterações ao produto serão sempre requeridas quando o fabrico estiver quase concluído.
  9. As peças que pura e simplesmente não puderem ser montadas pela ordem errada, sê-lo-ão.
  10. As peças intercambiáveis, não o serão.
  11. As especificações de desempenho do fabricante devem ser multiplicadas por um factor de 0.5.
  12. As especificações anunciadas pelos vendedores devem ser multiplicadas por um factor de 0.25.
  13. As instruções de instalação e de operação enviadas com o aparelho serão imediatamente deitadas fora pelo Departamento de Compras.
  14. Qualquer aparelho que exigja reparação ou manutenção será o menos acessível de todos.
  15. As Condições de Assistência Técnica mencionadas nas especificações serão sempre ultrapassadas.
  16. Se mais de uma pessoa for responsável por um erro de cálculo, ninguém terá a culpa.
  17. Unidades idênticas que passaram com os mesmos resultados nos testes não se comportarão de forma idêntica quando em campo.
  18. Se, na prática da engenharia, um factor de segurança for definido por meio da experiência do serviço a um dado valor, um tolo engenhoso calculará imediatamente um método para exceder o factor de segurança mencionado.
  19. As cláusulas de garantia perdem a validade contra o pagamento da factura.


Fonte: Com a devida vénia, retirado do blog do meu amigo Manuel Ribeiro.
  http://blog-do-manel.blogspot.com
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domingo, 18 de julho de 2010

Questão Técnica - VI

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PENALTY KICK

Ainda a propósito da grande penalidade (e após acesa discussão e opiniões controversas... e contrárias), apresento pergunta (e respectiva resposta) elaborada pela F.I.F.A e apresentada no livro "Leis do Jogo Perguntas e Respostas":


EDIÇÃO 2005  (fonte: FPF, 2005, pág. 36):

6. Vai ser executado ou repetido um pontapé da marca de grande penalidade para se encontrar o vencedor de um jogo. Como deverá proceder o árbitro se a bola se esvazia ou rebenta antes de tocar nos postes, na barra ou no guarda-redes, sem ter atravessado a linha de baliza. Que decisão deve o árbitro tomar?

 R. O pontapé de grande penalidade deverá ser repetido com uma nova bola.


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EDIÇÃO 2006 (fonte: FPF, 2006, pág. 36):


6. Vai ser executado ou repetido um pontapé da marca de grande penalidade, em prolongamento de tempo ou para se encontrar o vencedor de um jogo ou de uma eliminatória. Como deverá proceder o árbitro se a bola se esvazia ou rebenta antes de tocar nos postes, na barra ou no guarda-redes, sem ter atravessado a linha de baliza. Que decisão deve o árbitro tomar?

R. O pontapé de grande penalidade deverá ser repetido com uma nova bola.


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Nota: Que me recorde, esta matéria não sofreu qualquer tipo de alteração desde 2006 até hoje. Logo, s.m.o., mantém-se em vigor.
É certo que na edição de 2006 não menciona o caso da grande penalidade ser executada em tempo normal de jogo (e não me perguntem porque a pergunta foi alterada, até porque nada mais é dito sobre esta situação), mas se nestes casos se considera que o pontapé não produziu o seu efeito (e daí a sua repetição), porque deveria ser diferente, beneficiando claramente a equipa infractora (com o lançamento da bola ao solo)??

Caso alguém saiba de outra fonte mais recente que contrarie esta tese, pf diga alguma coisa.
Obrigado.
qqd


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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Ainda a velha questão...

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Dos Árbitros e da Fiscalidade!



























Comentário: Também sou daqueles que acha que já está (mais do que) na altura da questão ser resolvida (de vez). É este assunto e os Estatutos da FPF.
Mas enfim, é o Portugal que temos.


Fonte: http://www.arbifute.com
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sábado, 10 de julho de 2010

Questão Técnica - V

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QUEREM COMENTAR?

Desde já adianto que não concordo integralmente com todas as respostas!


SITUAÇÃO 1:






Observação minha: Muito bem elaborada e respondida esta pergunta.


SITUAÇÃO 2:








Observação minha: Nem sempre se vê os AA respeitarem as instruções.


SITUAÇÃO 3:








Observação minha: Muito bem elaborada e respondida esta pergunta.


SITUAÇÃO 4:





Observação minha: Resposta incompleta.


SITUAÇÃO 5:





Observação minha: Muito bem elaborada e respondida esta pergunta.


SITUAÇÃO 6:




Observação minha: É complicada esta, hein???


SITUAÇÃO 7:




Observação minha: Resposta conforme uma nota que já deixei neste espaço no ano passado (pergunta que formulei, na altura, ao Prof. Pombo e ao Sr. Adelino Antunes, aquando das minhas provas de promoção à FPF).

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Fonte: Testes escritos realizados na época 2009/2010, pelos filiados na AF Lisboa.
Ver em http://www.afutebollisboa.org/index.php?option=com_content&task=view&id=55&Itemid=74

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